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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Vida após o Elisa

Helena Costa

 Nairo Marques

Quando você entra no Elisa, a vida nele parece ser bem assustadora no começo, mas, aos poucos, você costuma. Já pensou como seria sua vida depois do Elisa?

Faculdade nova, cidade nova, amigos novos, desafios novos e maiores e decisões difíceis para ser tomadas, é isso e muito mais que lhe espera depois dos seus 3 anos de ensino médio, que, aliás, passam muito rápido, quando menos espera você já está sentado numa sala de aula e a sua frente está a prova do ENEM. Você tem a mínima ideia do que é isso?

Eu entrevistei dois adolescentes de 18 e 19 anos que, até o ano passado, estavam aí no seu lugar, com os mesmos professores, provas e trabalhos, com essa pequena entrevista abaixo, você poderá ter uma ideia do que foi para eles o Elisa e o que é a tão esperada faculdade.

Helena Costa tem 19 anos, entrou no Elisa em 2008. Ela queria o ensino médio, mas sua mãe queria que ela cursasse o magistério, foi isso que acabou fazendo e cursou o magistério até 2011.

Agora Helena cursa Tecnologia em Alimentos em Frederico Westphalen. Ela disse que, quando estava no Elisa, tinha algumas partes de que gostava e outras de que não gostava e o que não lhe agradava era o magistério. Perguntei à ela como é sua vida agora que está em outra cidade e ela me respondeu dizendo que é muito diferente do que imaginava, diz, também, que é um pouco difícil, porque mora sozinha, longe da família e tem responsabilidades que não tinha antes.

Nairo Marques tem 18 anos terminou o ensino médio em 2010 e, em menos de um ano, já estava entrando na faculdade de Psicologia em Santa Maria.

Perguntei ao Nairo como era sua vida quando estava no Elisa; ele contou que, antes de estudar no Elisa, estudou no Instituto Laura Vicuña. Disse também que, quando entrou no Elisa, sentiu a diferença, que tinha a impressão de que lá ele era mais independente, mas afirma que não era “fazer tudo o que queria”. Falou que tinha professores ótimos e outros que não eram tão bons assim, e comenta que havia matérias sem propósito como Ensino Religioso, que dava nota pelo caderno e diz: “Na minha opinião esse tipo de "aula" é desnecessária, pois, na faculdade, não tem nota pelo que você copia ou pelo comportamento. Mas isso não é só no Elisa, isso é muito comum em outras escolas brasileiras também. Entretanto, outros professores deram ótimas aulas e eu aprendi bastante”.

Perguntei como que é a vida agora que ele está na faculdade e se esperava que a sua vida fosse assim. Respondeu-me que a faculdade é muito diferente da escola, que todo mundo chega despreparado sem saber a aonde ir, o que estudar e se informar sobre tudo o que precisa, diz também que só se aprende tudo isso vivenciando. No caso dele, a turma é bem unida e  um pode contar com o outro para resolver esse tipo de problema e diz “A maior diferença é que na faculdade, pelo menos onde eu estudo (Universidade Federal de Santa Maria), você é entendido como um sujeito de responsabilidades e ninguém fica passando a mão. Você é responsável pelo modo como você quer o seu aprendizado. Isso é um aspecto muito importante para o amadurecimento”, diz, também, que as festas são ótimas.

Diz que não sabe se é isso que ele esperava, mas que queria que tudo fosse novo, diferente e melhor. Comentou que cada um experimenta essa fase de uma forma diferente e por final “Eu estou muito feliz com meu curso e com minha vida pós-escola. Aprendi muitas coisas... umas de forma difícil e dolorida. Mudei muitos conceitos, cresci como pessoa. Porém ainda tem muito que vir. Acredito que o importante é sempre tomar as coisas como aprendizado e não ficar preso no passado.”

Então, vamos aproveitar o máximo do ensino médio, vamos aproveitar o que chama de melhor fase da vida para aprender, amadurecer e nos preparar para o futuro que está mais próximo do que achamos.


Igor Sastro - turma 11 M

terça-feira, 31 de julho de 2012

Do livro ao filme, do filme à realidade


(Foto de Fernanda Bagesteiro - turma 31 B)

"Uma professora muito maluquinha", título de um livro de Ziraldo que rendeu muitos elogios e que virou filme; tendo Paola Oliveira como principal personagem da história, isto é, a tão amada professora "Cati", como assim era chamada por seus alunos.

Seu amor e dedicação pelas crianças eram tão grandes, que seus alunos não queriam deixar suas aulas. Nelas, eles viajavam por lugares ainda desconhecidos, porém sem sair do lugar, brincavam, riam, imaginam, se divertiam e, principalmente, tinham o prazer de estar ali e amavam aquela professora acima de tudo; professora esta que eles diziam ser a melhor do mundo.

Eu, felizmente, tive a oportunidade de ler o livro e olhar o filme; foi a partir daí que tirei minhas conclusões a respeito e que hoje estou escrevendo este texto.

Nós, alunas do Curso Normal, estavámos realizando uma prática de ensino com as crianças do Curso de Aplicação aqui de nossa escola; cada semana observamos uma turma diferente e interagíamos com os alunos sendo as professoras auxíliares.

Em uma dessas semanas, tive a oportunidade de conviver com a turminha do 1º ano. Foi maravilhosa a interação e melhor ainda foi o carinho que recebi deles.

Na semana em que estive nessa turma, lembrava quase que diariamente do filme e do livro de Ziraldo; pois naquele momento encontrei aquela que seria a nova professora maluquinha!

Seu nome, Mariéle; tia, "profe", e um pouco mãe.

Não há como não se encantar com seu jeitinho todo especial de dar aulas, de cuidar de seus aluninhos.

Ela é uma pouco fada, sabe como encantar a todos. Sua magia contagia. Seu jeito de ser cativa a todos; principalmente a seus alunos.

Ela entrou na escola este ano, porém, sua fama já se espalhou por todo o colégio.

Nós temos o maior orgulho de ter ela em nossa escola! Ela sabe fazer a diferença, inventa coisas que até Deus duvida, é um pouco maluquinha sim!

Tenho certeza que ela faz a diferença não só em sala de aula, mas também na vida de seus aluninhos.

É uma pessoa iluminada, que nunca deve mudar seu jeitinho maluquinho de ser! É maravilhoso entrar na aula dela, você parece estar no paraíso.

A tia Mariéle é um exemplo que tod@s nós alunos do Curso Normal devemos seguir!

Enfim, achamos a nossa professora maluquinha! E se me perguntarem seu nome, direi: é a "tia Mariéle, ou melhor, é a "tia Mari!"
Suany Nandara - Turma 31 A

domingo, 29 de julho de 2012

CJ vira notícia (2)

No Jornal dos Bairros, encarte do Diário da Fronteira, do dia 21 de maio de 2012, o Cultura Jovem e o blog Espichando a conversa foram notícia.


Érica e Suany e a coluna Repórter Aprendiz

No dia 19/05, o Elisa, como parte da comemoração do 57º aniversário, recebeu a Ciranda dos Bairros, desenvolvida pela a Rádio Líder FM 99,9 e pelo jornal Diário da Fronteira. Segundo os organizadores, com esse projeto,
as comunidades dos bairros e subúrbios de Uruguaiana passarão a ter vez e voz ao serem beneficiadas com ações gratuitas de caráter comunitário, cultural, educacional, de recreação e serviços em geral, como nas áreas de saúde, prevenção, e segurança.
Nesse dia, a Érica Rebés e a Suany Neves tiveram "voz": editaram a coluna Repórter Aprendiz, publicada na edição do Jornal dos Bairros, do dia 21 de maio de 2012.

As meninas mandaram muito bem! Parabéns!

Confiram a matéria a seguir:

sábado, 28 de julho de 2012

CJ vira notícia (1)

O Cultura Jovem virou notícia no Diário da Fronteira. :)


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Entrevista com os líderes das equipes

O Cultura Jovem, entrevistou os líderes das equipes participantes da gincana e observou um grande envolvimento de todos na hora da entrevista e em suas respostas.

As perguntas foram as seguintes:

1. Qual é a preparação da equipe?

2. Por que quiseram participar da gincana?

3. Como é o entrosamento das equipes?

4. Qual é o verdadeiro sentido da gincana?

5. Qual é a importância da vitória? E como repercute a derrota?

6. Como é trabalhar em equipe?

7. Qual é o aprendizado que vocês tiram a partir dessa gincana?

8. Um momento marcante...

9. Algo a dizer sobre a gincana e o aniversário da escola...

# LOS HERMANOS



1. Na verdade a equipe existe há muito tempo; porém retornou em 2009, com o “Gullit” e o “Goga” que formaram novamente. Daí em diante, as lideranças foram passando para os mais responsáveis, os mais antigos que iam ficando na equipe .Quando um se formava, outro ocupava seu lugar,. A equipe na verdade, não foi formada, nós juntamos um grupo de amigos e aí “deu no que deu”, assim chegamos ao nome de Los Hermanos, que significa “Os Irmãos”.

2. Quisemos participar para mostrar nossas qualidades, pois somos uma equipe muito unida. Embora seja a menor das equipes, queremos nos divertir e competir com suavidade.

3. Nesse ano estamos em um clima muito bom com todas equipes. Existe sim rivalidade com alguma equipe; porém é só na gincana, mesmo que fiquemos “esquentados”, depois tudo volta ao normal, isto é, voltamos para o cotidiano de sempre, pois amizade é amizade .

4. Acho que é para dar uma alegria neste colégio, pois ele é “muito parado”. Uma diversão de vez em quando é bom para descontrair .


5. A vitória um benefício a mais. Perdendo ou ganhando a equipe está toda unida. Se ganharmos estamos juntos, se perdemos também.


6. Trabalhar em equipe é bom. O essencial quando trabalha-se em equipe é confiarmos um nos outros e aprender a lidar com o medo que o outro possa errar .

7. Aprendemos a trabalhar em equipe, a saber confiar nos amigos. Aprendemos um pouco sobre os temas das gincanas de cada ano.


8. Um momento marcante foi a equipe toda reunida e isto traz muita alegria !


9.Nada a declarar!


ENTREVISTADO : Thiago Fontoura – Um dos líderes da equipe.


# PASSIONE GALÁCTICA


1. Nossa organização é a seguinte: quase todos os dias temos reunião para discutirmos como vamos participar e quem vai realizar as provas. Nosso líder “Léo” tem, talvez, um voto superior.

2. Por vários motivos: mater a equipe Paasione e tentar torná-la campeã .

3. O melhor possível! Todos somos amigos e essa amizade hoje é a que nos torna uma das equipes mais entrosadas e animadas da gincana .

4. O verdadeiro sentido é que união faz a força; isso significa que unindo os alunos com a escola conseguiremos ter um lugar de estudo e de educação melhor. A gincana é isto, uma forma de entrelaçar a escola com seus alunos de uma forma divertida e saudável.

5. A vitória mostra que nossa luta e esforço valeu a pena e que todos fizeram sua parte para essa conquista. A derrota repercute de uma forma, porém  temos a consciência de que fizemos o máximo, mas que não foi possível chegarmos à vitória.

6. Trabalhar em equipe na Passione é algo inesquecível, pois mostra a verdadeira forma de que unidos venceremos, isto é,  quando falamos em Passione, falamos em família! A família Passione!

7. Levamos essa união e amizades que certamente serão para sempre e que nunca serão esquecidas . Jamais esqueremos da Passione, pois ela é uma corrente de amizades verdadeiras.

8. Um momento marcante foi antes de chegarmos no Elisa dia da gincana (15/05), estávamos nos prepando pra chegar e todos estavam cantando, animados e ansiosos, pois estamos muito confiantes!

9. A gincana está sendo momento marcante na vida de cada um e o aniversário da escola é uma comemoração que mostra como ela é especial !Além de ser uma das melhores escolas de Uruguaiana.

ENTREVISTADO: William Azevedo – Representante da equipe.


# PORCO ARANHA



1. A preparação começou com um entrosamento harmonioso entre as pessoas da equipe, fazendo com que todos se comprometessem e fizessem a sua parte, sendo essa uma forma fundamental de alcançar nosso objetivo. Nos preparamos sempre colocando, em primeiro lugar, os valores que levaríamos na gincana: humildade, união, honestidade e  amizade.

2. A equipe quis participar da gincana, porque acreditava na capacidade de cada um de seus componentes e porque queríamos mostrar uma equipe diferente, uma forma justa de competir.

3. O entrosamento entre algumas equipes é saudável, o espírito de competição é bom e o respeito entre as mesmas também. Porém, acreditamos que um pequeno grupo de pessoas leva a gincana a um nível excessivo de competição, deixando de lado a diversão, amizade e integração.

4. A gincana é uma atividade ideal para desenvolvermos aquele espírito de liderança, comprometimento, organização, companheirismo e envolvimento dos estudantes que a cada ano entram na escola. Porém, o verdadeiro sentido é a integração dos alunos e a comemoração do aniversário da nossa querida escola.

5. A vitória refletiria como reconhecimento dos nossos esforços, dos nossos sacrifícios, da nossa organização e da nossa união. A equipe é composta de pessoas boas, que sabem perder, que valorizam cada momento de alegria. A derrota repercutiria como frustração, quando nos sentimos prejudicados

6. Trabalhar em equipe nunca é fácil. É sempre difícil, sempre um desafio. No início, sempre tem os que trabalham mais... Mas acredito que vencemos esse desafio, pois, no final, vimos toda equipe envolvida, pessoas que nem imaginávamos. Fiquei muito orgulhosa!

7. Com a gincana, aprendemos que ninguém vai a lugar nenhum sozinho, que a união realmente faz a força. Aprendemos que devemos ser honestos, ser responsáveis e que vitória tem que vir como um mérito, uma recompensa, sem passar por cima de nossos valores para alcançar os objetivos.

8. O momento mais marcante foi a nossa grande chegada na escola, na terça- feira (15/05), onde vi toda a equipe cantando, gritando e declarando o seu amor pela Porco Aranha. Quando tudo passou pela minha cabeça e que me emocionou muito... Engoli as lágrimas de alegria.

9. Apesar de tudo, nos divertimos muito nesta gincana e ganhamos experiência. Independente do resultado, sairemos de cabeça levantada, com orgulho do trabalho da nossa equipe, pois fomos honestos e honramos o verdadeiro sentido dessa brincadeira: a comemoração do aniversário da escola.


ENTREVISTADA: Bibiana Melo – Líder da Equipe


# ROOT’S



1. Já estamos nos preparando faz quase 2 meses, até porque, é bem difícil organizar uma equipe de 85 componentes (contando com a torcida ) e requer tempo.

2. A gincana em si não é só a competição, eu aprendi em outros anos de gincana que se pode criar muitos laços nesse período. E, nesse ano, juntamos todos os nossos amigos, os de fé mesmo, e formamos a equipe. A Root's sempre enfatizou a união e usamos desse evento propício pra mostrar que podemos, com a ajuda de todos, ganhar! Foi basicamente isso, juntar os amigos para nos divertir, buscando sempre o melhor.

3. Digamos que há alguma rivalidade, e o entrosamento é meio instável. Respeitamos as outras equipes e não gostamos que as barreiras da competitividade sejam ultrapassadas e levadas para o lado pessoal.


4. O verdadeiro sentido da gincana é o aprendizado que temos e as amizades que fazemos. É saber lidar com a vitória e com a “derrota” e aprender a trabalhar em equipe.

5. O principal objetivo é a vitória, mas não passaremos por cima de ninguém e nem do que achamos certo pra ganhar. Ninguém gosta de perder, mas a nossa equipe, mesmo que seja ' derrotada' não vai encarar assim, demos o nosso melhor e derrotado é aquele que nunca tentou!

6. Em um grupo grande como é a Root's, às vezes é bem difícil, por causa da diversidade de opiniões, e às vezes fica difícil agradar a todos, mas fora isso, quando todo mundo se une com o mesmo ideal, não tem quem segure!

7. A união em prol de um objetivo, o trabalho em equipe, acho que é o que mais se aprende participando da gincana.

8. Ver um dos nossos componentes participante da rústica, que tinha grandes chances de pontuar, parar pra ajudar outro membro da nossa equipe que tinha se machucado. Isso é bem o espírito da gincana.

9. Não foi respondida.




Esta gincana proporcionou não só aos membros das equipes, mas às torcidas e à comissão um grande aprendizado. Foi emocionante ver todos envolvidos em atingir seus objetivos e, garanto-lhes estes com certeza foram alcançados, independente do resultado.

Todos estão de parabéns por realizarem um belíssimo espetáculo.



Suany Nandara - Turma 31 A

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Gincana da integração


No dia em que comemorava seus 59 anos, o Instituto Elisa Valls realizou a tão esperada e tradicional gincana para festejar seu aniversário.

Tendo iniciado no dia 4 (sexta-feira) deste mesmo mês com uma palestra com o biólogo Francisco Valls (bisneto de Elisa Valls) sobre conscientização ambiental, a gincana teve muitos momentos bons e satisfatórios.

No sábado, dia 5, houve um encontro no Clube Naval, onde os membros das equipes LOS HERMANOS, PASSIONE GALÁCTICA, PORCO ARANHA E ROOT'S, participantes da gincana e suas torcidas, juntamente com a COMISSÃO ORGANIZADORA realizaram uma coleta de lixo às margens do Rio Uruguai.

No dia 15, aniversário da escola, foram iniciadas as principais atividades da gincana;  novamente as equipes participantes e suas torcidas fizeram um belíssimo espetáculo do início ao fim.

Com seus gritos de guerras e suas bandeiras, as equipes protagonizaram um espetáculo inesquecível; tanto para quem participava como para quem foi apenas para prestigiar.

Neste dia, a escola inteira ficou voltada para a gincana.O Elisa juntou-se e fez uma belíssimo evento; em que foram realizadas pelas equipes as mais variadas e concorridas provas e atividades de pontuação.

No dia 19,  sábado, além de ceder espaço para a Ciranda dos Bairros, a escola deu continuidade às provas da gincana; mais uma vez um belo espetáculo.

Com um envolvimento contagiante e lindíssimas apresentações, as equipes deram  um verdadeiro show; nas apresentações artísticas,  envolvendo, até, as crianças do Curso de Aplicação.

Observou-se uma grande integração entre as equipes. A alegria contagiou a todos, houve momentos em que a tal “rivalidade boa” entre as equipes fora completamente deixada de lado e, todos caíram nas graças de marchinhas de carnaval e músicas que relembravam a infância.

O resultado final não saiu ainda, pois há mais uma apresentação artística a ser realizada no dia 25,  no recreio do turno da manhã, e a contagem das vendas de ingressos  para a boate (no dia 26, no Tênis Clube).
Suany Nandara - Turma 31 A