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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Tributos e tribunos



Há cerca de seis mil anos inventaram os impostos. Era um pagamento compulsório em forma de trabalho ou produtos. Foi no antigo Egito, e na Mesopotâmia (atual Iraque). Numa região de clima árido, a sobrevivência só seria possível graças aos recursos hídricos do Nilo, Tigre e Eufrates, rios caudalosos que irrigavam a agricultura às margens dos mesmos. Como organizar e arregimentar trabalhadores em obras de interesse público sem que houvesse contestação? Simples, “deus” ordena e o povo trabalha. Assim surgiu a teocracia, mistura de política e religião (“deus” vivo e governante). Os impostos nasceram juntos.

Em outro tempo histórico, na idade média na Europa ocidental surgiram outros tipos de impostos. As injustiças de lá para cá se acentuaram. Muitos pagavam e poucos usufruíam. A sociedade estava dividida em oratores, bellatores e laboratores. O clero rezava, os nobres (guerreiros) protegiam e os campesinos (servos) trabalhavam para sustentar todos. Houve sempre uma justificativa ideológica para respaldar as injustiças tributárias, neste caso a ideologia era clericalizada, novamente Deus ordenava. Nesse caso um Deus (judaico cristão ocidental) com letra maiúscula.

Avançando no tempo, surgiram os Estados nacionais, agruparam-se em alguns territórios com limites de fronteiras, grupos linguísticos, étnicos e com passado histórico comuns. Para proteger o território, o exército, para trabalhar na burocracia do Estado, os funcionários da administração. Como pagar os salários? Simples, era só cobrar impostos. Na França de 1789, o clero e a nobreza (um milhão de pessoas) não pagavam impostos enquanto que o restante da população pagava. Só podia dar no que deu: a Revolução Francesa.

Essa viagem no tempo nos faz refletir sobre as injustiças tributárias ao longo da história, e em especial, no nosso tempo histórico. Temos uma das maiores cargas tributárias do mundo e a contrapartida do Estado, são serviços públicos de péssima qualidade.

É impossível administrar um Estado, seja ele uma unidade da federação ou Estado federativo sem que haja arrecadação de impostos. O problema é o Estado deficitário, que gasta mais do que arrecada, ou pior, que gasta mal. Em época de eleição todos os postulantes a cargos eletivos têm a solução para todos os problemas, ou os mais urgentes que são: segurança, saúde e educação, não necessariamente nessa ordem. Os tribunos da plebe têm receitas prontas, programas eficazes, mas na hora que assumem os cargos para os quais são mandatários, mudam o discurso. Alguns usam do maniqueísmo para justificar o injustificável, ou seja, nos outros partidos, isso ou aquilo é um escândalo, mas quando o “nosso” partido está no poder, a mesma justificativa usada pelos outros agora nos serve. A coerência é só um detalhe.

O que mais me incomoda é saber que o nosso povo virou público. Assiste de braços cruzados a usurpação explicita do bem público.

Às revoluções históricas do mundo contemporâneo foram desencadeadas por uma burguesia indignada. O que falta para o nosso tempo histórico é uma revolução das massas, não uma revolução proletária aos moldes da bolchevique, mas uma revolução de mudança radical mesmo, contra as injustiças sociais contra a corrupção, contra a sonegação de impostos por grandes empresas com a anuência do poder público, e por último, uma reação contra algumas autoridades judiciárias que não se fazem respeitar por algumas autoridades do poder executivo que não cumprem a lei.

Somos “cidadãos” de um tempo histórico especial, vivemos num Estado democrático e de direito. Está na hora de exercermos a cidadania.

Fernando Falcão Pereira Filho - Professor de história




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Elisa, no RS e Aluízio, em RO: altas conexões


(Direto de Rolim de Moura: Neura Manzini, Hannah Keyty e Juliana Seabra Laudares)

Está acontecendo algo nunca acontecido antes!

É algo inovador, surpreendente, e que, com toda certeza, trará grandes benefícios aos estudantes e professores.

Como todos sabemos, o CJ é um projeto idealizado pelo professor Fernando, que precisou de uma ajudinha especial da professora Suely, que com um empurrãozinho e com seus conhecimentos, que ela diz serem básicos, transformaram este projeto em realidade.

Vieram os alunos. Foi formada a equipe do Cultura Jovem.

Então ficou assim: Suely, Fernando e seus alunos. Pessoas cheias de vontades que colocaram em prática o Jornal do Elisa.

É muito bom participar dessa equipe!! Equipe essa que já virou uma família e que, agora, está aumentando!

Está acontecendo uma integração. Nós, da equipe do Cultura Jovem, estamos interagindo com o pessoal de Rondônia. Lá há uma professora muito bacana, a Juliana, que possui ideias muito audaciosas como as da professora Suely.

Eis que em uma de suas viagens pela net, elas se encontraram e foi um troca-troca de ideias; o que acabou resultando em uma conexão de Norte a Sul; pois nós, aqui em Uruguaiana, e ela e seus alunos lá em Rolim de Moura estamos realizando um Intercâmbio Jornalístico para trocarmos e compartilharmos ideias e, também, para nos conhecermos e consolidarmos novos laços de amizade.

Está sendo uma experiência muito boa, pois nós aqui e eles lá, de uma lado e outro do país, poder trocar ideias, conversar, nos conhecermos, um ensinar o que sabe para outro; tudo graças a net, que nós jovens amamos tanto, e também as nossas professoras muito maluquinhas que nos proporcionaram este encontro.

Vai ser, com certeza, uma experiência significativa para tod@s nós!

E que venham períodos de muito aprendizado, troca de ideias, e de muita dedicação, compromisso e responsabilidade da parte de tod@s!
Suany Nandara - Turma 31 A

terça-feira, 31 de julho de 2012

Do livro ao filme, do filme à realidade


(Foto de Fernanda Bagesteiro - turma 31 B)

"Uma professora muito maluquinha", título de um livro de Ziraldo que rendeu muitos elogios e que virou filme; tendo Paola Oliveira como principal personagem da história, isto é, a tão amada professora "Cati", como assim era chamada por seus alunos.

Seu amor e dedicação pelas crianças eram tão grandes, que seus alunos não queriam deixar suas aulas. Nelas, eles viajavam por lugares ainda desconhecidos, porém sem sair do lugar, brincavam, riam, imaginam, se divertiam e, principalmente, tinham o prazer de estar ali e amavam aquela professora acima de tudo; professora esta que eles diziam ser a melhor do mundo.

Eu, felizmente, tive a oportunidade de ler o livro e olhar o filme; foi a partir daí que tirei minhas conclusões a respeito e que hoje estou escrevendo este texto.

Nós, alunas do Curso Normal, estavámos realizando uma prática de ensino com as crianças do Curso de Aplicação aqui de nossa escola; cada semana observamos uma turma diferente e interagíamos com os alunos sendo as professoras auxíliares.

Em uma dessas semanas, tive a oportunidade de conviver com a turminha do 1º ano. Foi maravilhosa a interação e melhor ainda foi o carinho que recebi deles.

Na semana em que estive nessa turma, lembrava quase que diariamente do filme e do livro de Ziraldo; pois naquele momento encontrei aquela que seria a nova professora maluquinha!

Seu nome, Mariéle; tia, "profe", e um pouco mãe.

Não há como não se encantar com seu jeitinho todo especial de dar aulas, de cuidar de seus aluninhos.

Ela é uma pouco fada, sabe como encantar a todos. Sua magia contagia. Seu jeito de ser cativa a todos; principalmente a seus alunos.

Ela entrou na escola este ano, porém, sua fama já se espalhou por todo o colégio.

Nós temos o maior orgulho de ter ela em nossa escola! Ela sabe fazer a diferença, inventa coisas que até Deus duvida, é um pouco maluquinha sim!

Tenho certeza que ela faz a diferença não só em sala de aula, mas também na vida de seus aluninhos.

É uma pessoa iluminada, que nunca deve mudar seu jeitinho maluquinho de ser! É maravilhoso entrar na aula dela, você parece estar no paraíso.

A tia Mariéle é um exemplo que tod@s nós alunos do Curso Normal devemos seguir!

Enfim, achamos a nossa professora maluquinha! E se me perguntarem seu nome, direi: é a "tia Mariéle, ou melhor, é a "tia Mari!"
Suany Nandara - Turma 31 A

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Tadeu Moreira Campelo Filho: Juventude Progressista


Hoje damos início a nossa série de entrevistas sobre a representação da juventude nos partidos de Uruguaiana, tento em vista conhecer melhor a atuação da mesma na construção da nossa cidade. 
 
Nessa primeira entrevista, conversamos com Tadeu Moreira Campelo Filho, advogado formado pela PUC, militante do PP (Partido Progressista), presidente da Juventude Progressista, que prontamente nos atendeu para falar sobre a situação da juventude em seu partido.

Cultura Jovem: O Senhor poderia nos contar um pouco sobre como é o projeto da Juventude Progressista a nível nacional?

Tadeu Moreira Campelo Filho: O projeto da juventude progressista a nível nacional, local e estadual consiste em trazer para o âmbito político os jovens que ainda não têm a participação política em virtude da sua idade, ou seja, hoje, nós temos conta de que oitenta por cento dos jovens de 16 a 18 anos não têm seu título eleitoral. É importante que a juventude em geral tenha uma participação política ativa, em virtude de que o futuro dela se resolve na política; em todas as decisões da nossa vida, há um político encabeçando projetos, defendendo interesses, e, se a juventude não participa, acontece que os seus interesses acabam sendo frustrados.

CJ: E a nível municipal, o que o senhor poderia nos dizer em termos de organização e participação?

Tadeu: Bom, A Juventude Progressista, a nível municipal, terá uma contribuição ativa  nas eleições de 2012 para prefeito e vereadoró nos temos, na Câmara Municipal, um grande exemplo da juventude progressista que é o vereador Ronnie Mello, que defende não só os estudantes da UNIPAMPA junto aos seus interesses e suas reivindicações, como também as causas ambientais.

CJ: Dentro do partido, como o senhor vê a importância da juventude?

Tadeu: A juventude progressista dentro do Partido Progressista é voz ativa e muito atuante, inclusive compondo, hoje, a Câmara de Vereadores através do vereador Ronnie Mello e, também, atuando participativamente para coligações e decisões do nosso candidato a prefeito municipal de Uruguaiana.

CJ: 2012 é ano de eleições municipais, a Juventude Progressista vai ter alguma participação especial nessas eleições?

Tadeu: Com certeza, no passado, nós já iniciamos um projeto, que era o projeto de aumentar a participação dos jovens uruguaianenses, explicando a importância  que esses jovens têm nas eleições ao fazerem o título eleitoral, e para as eleições de 2012 a Juventude Progressista está muito ativa, muito atuante, para eleger nosso prefeito pelo Partido Progressista.

CJ: O senhor comentou bastante sobre o vereador Ronnie Mello, que é uma representação da Juventude Progressista dentro da Câmara de Vereadores, o senhor poderia nos contar um pouco mais sobre as lutas dele pela juventude?

Tadeu: Sim, uma das luta importantes é a iluminação do caminho para a Unipampa, uma das lutas importantes que está sendo defendida junto a câmara de vereadores pelo vereador Ronnie Mello, porque trata-se de uma questão de segurança dos alunos, jovens que estão em formação, essa é uma das lutas mais ativas que nós temos visto esse ano.

CJ: O senhor como presidente da Juventude Progressista, fazendo um convite aos jovens para conhecer o partido, poderia falar um pouco mais sobre o PP, sua ideologia, e já explicar como os interessados podem procurar o partido para participar.
Tadeu: O mais importante de um partido político para a juventude é que ela possa falar o que pensa, que ela tenha participação, que todos sejam ouvidos, independente de sua opinião, a opinião não ofende ninguém. A partir do momento em que nós vivemos em um país democrático, todas as opiniões são respeitadas e podem, até, ser não acatadas, mas devem ser ao menos consideradas, e dentro do Partido Progressista em Uruguaiana, nós temos reuniões quinzenais, com a participação do nosso deputado estadual Frederico Antunes, dos nossos vereadores, nosso candidato a prefeito e, até, da Senadora Ana Amelia Lemos, que entra via “conferência” em áudio. Então, é importante que o jovem, ao ingressar em um partido político,  possa ter essa representação, tenha voz ativa, possa participar, e isso, no Partido Progressista, nós entendemos que é um diferencial.

CJ: Essas reuniões quinzenais são abertas aos interessados ou são reuniões apenas internas das lideranças do partido?

Tadeu: Não, essas reuniões não são abertas; as reuniões são fechadas, sim, porque, aqui, nós, principalmente nesse ano de eleição, tomamos decisões estratégicas dentro do partido, nós temos formas de atuação e, muito embora nós não tenhamos nada a esconder de ninguém, existem decisões internas internas, ideológicas que ficam internamente sendo discutidas.

CJ: Se o senhor quiser dar um recado final, o espaço é seu:

Tadeu: Eu dou o recado final, principalmente, direcionado aos alunos do colégio Elisa Ferrari Valls, escola na qual me formei, estudei durante três anos e me orgulho muito, meu recado final é o seguinte, a todos que a participação política não é uma opção, ela é coercitiva, ou seja, ela é obrigatória, nós participamos ativa ou passivamente, aquelas pessoas que dizem que não se interessam por política  abrem mão das suas decisões, há alguém decidindo por elas. Então, é muito importante que o jovem aluno do colégio Elisa entenda que a sua participação deve ser ativa, pois, se não tiverem essa participação, alguém decidirá a vida deles.

Juliano Colla - turma 21 ???

domingo, 29 de julho de 2012

Primeiro Sarau do Elisa

(Aqui há mais fotos do sarau!)

Não desenvolvemos gosto e paixão por alguma coisa sem conhecê-la, por isso, um grupo de professoras do Elisa planejou fazer um Sarau na escola, pois há dois séculos esta forma de expressão artística já era usada para recitação de textos em verso e prosa, apresentação de concertos musicais, serestas, cantos e apresentações solo, danças, pintura e teatro em apresentações aos nobres e a reis e ainda hoje é uma maneira de alegre e envolvente de se expressar.

Utilizando-se do tema AMOR, embalados pelo clima do dia dos namorados, dia 14 de junho, no Salão de Atos da escola, às 20h, aconteceu 1º Sarau do Elisa e envolveu as turmas do noturno e do Curso Normal da escola.

Inicialmente pensou-se em fazer somente um Sarau Literário, mas a expectativa foi superada e fomos surpreendidas pelos alunos que fizeram apresentações de música, também.

Alguns textos recitados pelos alunos são de autores consagrados como Vinicius de Moraes, Mário Quintana, Cecília Meireles e Rubem Braga, mas uma poesia do Jéferson Messa de Barros, aluno do 2º ano noturno, também foi citada e aprovada pela plateia. Além disso, nomes como Raul Seixas, Racionais MC'S, Armandinho e Juanes se fizeram presentes e contribuíram para a animação dos presentes.

Direção, professores e aproximadamente 200 alunos prestigiaram o evento, confirmando o sucesso previsto. Tanto agradou que na última semana de setembro acontecerá o 2º Sarau do Elisa, tendo como tema a Semana Farroupilha.

Rosane Gelati - Professora de Língua Portuguesa
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Texto publicado originalmente no Elisa em rede.

CJ vira notícia (2)

No Jornal dos Bairros, encarte do Diário da Fronteira, do dia 21 de maio de 2012, o Cultura Jovem e o blog Espichando a conversa foram notícia.


Érica e Suany e a coluna Repórter Aprendiz

No dia 19/05, o Elisa, como parte da comemoração do 57º aniversário, recebeu a Ciranda dos Bairros, desenvolvida pela a Rádio Líder FM 99,9 e pelo jornal Diário da Fronteira. Segundo os organizadores, com esse projeto,
as comunidades dos bairros e subúrbios de Uruguaiana passarão a ter vez e voz ao serem beneficiadas com ações gratuitas de caráter comunitário, cultural, educacional, de recreação e serviços em geral, como nas áreas de saúde, prevenção, e segurança.
Nesse dia, a Érica Rebés e a Suany Neves tiveram "voz": editaram a coluna Repórter Aprendiz, publicada na edição do Jornal dos Bairros, do dia 21 de maio de 2012.

As meninas mandaram muito bem! Parabéns!

Confiram a matéria a seguir:

Rap: Uma escola assim eu quero pra mim


Inspirado pelo  projeto Uma escola assim eu quero pra mim, nas aulas de biologia da  professora Rosa Mari, o aluno Édison Walter Maldonado Filho, da turma 31 H, deu seu recado num rap muito legal: 

sábado, 28 de julho de 2012

Limpeza escolar: você já pensou nisso?

Dando continuidade à publicação dos trabalhos construídos pelos alunos dos terceiros anos,  no projeto Uma escola assim eu quero pra mim, nas aulas da professora Rosa Mari, a seguir está disponível o vídeo feito por Bruno Cristiano e Patrick, da turma 31 F.

Vale conferir!!!


O que alunos pensam sobre o Enem

O Enem foi criado pelo governo há 14 anos.

Nos últimos três anos, aconteceram alguns problemas.

Em 2009, por exemplo, houve o roubo da prova; em 2010, as provas ocorreram tranquilamente; já, em 2011, houve o caso das 13 questões polêmicas, pois um colégio havia resolvido questões idênticas as do ENEM em um simulado.

Espera-se que em 2012 haja a segurança adequada para que não tenha nenhum tipo de irregularidade.

Polêmicas à parte, esse exame tem ajudado muitas pessoas a ingressar em uma universidade.

Há aproximadamente três meses para realização da prova, já é assunto bastante comentado entre os participantes.

Por este motivo resolvi perguntar aos participantes da nossa escola a opinião deles sobre o ENEM.

Antes, deixo algumas indicações de possíveis temas da redação de 2012:
  • Primavera Árabe;
  • RIO+20;
  • Meio Ambiente;
  • Violência...
O melhor é nos mantermos atualizados lendo jornais e revistas que nos auxiliarão a formar nossa opinião sobre temas da atualidade.


 

Isadora  Paiva Espinosa - Turma 31  F

Cia. Era uma Vez... muitas histórias


(Cia. Era uma vez... na Feira do Livro de Uruguaiana, em 2011.)

No ano de 2010, eu, Suely, Laura e Érica estávamos com uma ideia de montar um grupo teatral.

Mas com a falta de tempo acabamos deixando, deixando...

No ano de 2011, voltamos a falar desse projeto, mas nunca tínhamos a oportunidade de nos reunir. Foi quando surgiu o convite para fazer uma hora do conto na Escola de Educação Infantil Espaço Mágico.

E por esse acaso surgiu a Cia. Era Uma Vez...

Que tem como objetivo incentivar a leitura, trazer diversão, encantamento, criatividade, e espalhar o mundo mágico da literatura pela cidade.

A Cia. tem como componentes: Dallal Hijazin,  Laísa Martins,  Sabrina Dorneles, Clarissa Quadros, Luiz Martins, Débora - alunos do Curso Normal e a "profe" Suely.

A nossa 1° apresentação foi dia 18/11/2011 na Escola de Educação Infantil Espaço Mágico, e realmente foi mágico!!

Como a escola já estava com o projeto sobre a água ("As águas vão rolar"), escolhemos a história de Gianni Rodari, O homem da chuva.
Depois vieram O jogo da parlenda, a Velha a fiar, Uma história de Páscoa,  Soneto de fidelidade e Eu sei que vou te amar (participação no Primeiro Sarau do Elisa), A Bruxa Salomé (no II Seminário Pedagógico da Unopar - pólo de Uruguaiana), A canção óbvia (no Seminário de Formação de Professores do Elisa, em julho de 2012).

A seguir, o vídeo da participação da Cia. no Sarau:



Laísa Martins - turma 31 A

CJ vira notícia (1)

O Cultura Jovem virou notícia no Diário da Fronteira. :)


domingo, 22 de julho de 2012

Uma escola sem besteira


A professora Rosa Mari, na disciplina de biologia, desenvolveu o projeto Uma escola assim eu quero pra mim! (para saber mais, clica aqui!).

Uma das produções bacanas foi esta música criada pelo aluno Cristiano Severo, da turma 31 F.

Neste link, há uma entrevista com Cristiano.




UMA ESCOLA SEM BESTEIRA

Uma escola sem besteira
uma escola sem sujeira
uma escola onde todos possam aprender

no banheiro dar descarga
não sujarmos a privada
e o pátio sempre limpo vou deixar

quero lhes perguntar, vocês são assim em casa?
no colégio isso não pode ficar

cada um fazendo sua parte, lhes garanto tudo vai melhorar

Uma escola com limpeza
uma escola com beleza
tudo ia ser melhor com certeza

bons hábitos  tem que vir de casa
do contrário é falta de educação
afinal quem não sabe lavar as mãos

“uma escola assim eu quero pra mim
uma escola assim eu quero para todos nós
uma escola consciente, só com isso vai pra frente
só temos que fazer... diferente.”


sexta-feira, 20 de julho de 2012

As artes


Como podemos falar de assunto tão presente em nosso dia-a-dia? As artes.

Elas são inúmeras, e são representadas pela sociedade todos os dias de diferentes formas. Essas demonstrações estão nas ruas, nas nossas televisões, nos nossos celulares, em redes sociais, enfim, em tudo que está ligado à comunicação, pois a arte é uma grande forma de comunicação.

A arte é um bem do mundo e dos seres humanos, um bem maravilhoso e bastante abrangente. Existem tantas formas de arte, quantas formas de se expressar e emocionar.

Todos podemos ser artistas, basta querermos. Então, é natural que em nossa escola, as artes estejam tão presentes quanto em outro lugar qualquer. Aqui, tão perto de nós, vemos nossos colegas e amigos, sonhando, emocionando, se comunicando, mostrando do que são capazes. Vemos os jovens, cantando, tocando, dançando, declamando, atuando, pintando, desenhando, escrevendo e tudo isso feito com sonhos, sim, esses jovens são puro sonhos, nos fazem acreditar em um mundo melhor, nos fazem lembrar por que devemos amar a vida.

Não é à toa que no início das civilizações as artes eram relacionadas à magia, o que seria hoje uma metáfora, já que podemos chamar todo o tipo de arte executada de mágica. Somente a magia explicaria como podemos nos alegrar ao ouvir uma canção de nosso agrado, ou como podemos viajar a outro mundo quando lemos um livro e também como podemos inventar o que quisermos com apenas um lápis na mão.

A arte, os sonhos, a magia são coisas que somente nós, humanos, podemos sentir e inventar. Temos o privilégio de emocionar e nos permitir sermos emocionados. Não devemos nunca esquecer o bem que temos em nossas mãos, em nosso alcance. 

Lúcia Kariane Rios

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Entrevista: Cristiano Severo



Nome Completo: Cristiano de Castro Severo

Idade: 17

Turma: 31 F

Qual o gênero musical que você canta ou toca? Estou procurando tocar de tudo, mas me considero muito fechado ao rock, agora o que eu costumo tocar e cantar se volta a um gênero mais rápido com letras grudentas (Carbona, The Queers) Punk Rock Bubblegum.

Há quantos anos canta ou toca? Mais ou menos uns quatro anos.

Em quem se inspirou para começar a cantar ou tocar? Várias bandas, sem falar em dois amigos - Henrique e Miquelli. Henrique tinha uma banda quando eu era mais novo "Sr. Wilson", posteriormente mudou o nome para "Motor Mouse”. Os dois sempre me incentivando, Miquelli é um dos melhores profissionais da área e foi por um bom tempo meu professor, agora os dois têm duas bandas juntos, "Contraband" e "Embalare".

Quais motivos levaram você a ter preferência por esse estilo? Identificação, o Rock desde sempre esteve presente na minha vida por influencia da minha mãe e de meu pai; cresci ouvindo e com o passar dos anos só me voltei para algo que eu me identifiquei mais, mas dentro desse meio escuto de tudo.

Pertence a alguma banda? Tenho meu projeto, The Gloop de Punk Rock Bubblegum, e participo de outras três bandas; uma de punk rock, outra de Hard Core e a terceira voltada em rock gaúcho, as três estão em adaptação e entrosamento, porém em breve colherei frutos.

Como você é tratado pela sociedade por ser ou agir de acordo com a sua visão social ou do grupo pertencente? Tem, sim, um certo preconceito, pelo visual, pois foge do comum, acho algo absurdo, não é por como as pessoas andam ou se vestem que vai interferir na capacidade ou mentalidade. Pois bem, não vou fugir “mais ainda da pergunta”, voltando, eu não me incomodo com o que os outros pensam, também não me considero dentro de um grupo.

Pretende seguir com a carreira? Não sei, seria algo muito bom, mas teria que me esforçar muito, porém pretendo continuar tocando, pois é algo que gosto.

Uma música de que você mais gosta? (risos) É algo muito difícil UMA, mas vou tentar, "Piano Bar",  dos Engenheiros do Hawaii considero uma boa, muito boa, escolhi uma do Engenheiros por ser uma banda completa.

Neste link, tem um vídeo do Cristiano!


Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F



Entrevista: Guilherme Brongare


Nome: Guilherme Brongare

Turma: 31 H

Qual o gênero musical que você canta ou toca? Pagode.

Em quem se inspirou para começar a cantar ou tocar? Achei legal e me interessei pelo ritmo e comecei a tocar porque eu gosto.­­

Quais motivos levaram você a ter preferência por esse estilo? Foi passando pela geração da minha família que gosta muito de samba, e ai eu comecei a gostar e a tocar.

Pertence a alguma banda? Sim, o nome do grupo é "Pura Emoção".

Como você é tratado em meio a sociedade por ser ou agir perante a sua visão social ou grupo pertencente? Sou tratado normalmente, sem preconceitos e tem gente que admira muito o que eu faço.

Pretende seguir com a carreira? Não, pois tenho o prazer de tocar só por passatempo mesmo.

Uma música de que você mais gosta? "24 horas",  do Exaltasamba.

Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F

Entrevista: Letícia da Silva



Nome completo: Letícia Pinheiro Vieira da Silva

Idade: 16

Turma: 21 A

Qual o gênero musical que você canta ou toca? Sertanejo, pagode e rock.

Há quantos anos canta ou toca? Comecei a tocar há mais ou menos 1 ano.

Quais motivos levaram você a ter preferência por esse estilo? Meu pai tocava, então, eu ouvia e gostava e quis aprender; então, considero um passatempo, não um estilo.

Como você é tratada pela sociedade por  tocar vários ritmos? Sou tratada normalmente, muitas pessoas acham legal.

Pretende seguir com a carreira? Não, encaro como um passatempo mesmo, toco quando estou entre amigos, em casa.

Uma música de que você mais gosta? Pitty - "Na sua estante".

Pertence a alguma banda? Não.


Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F

Entrevista: Niviane Santana



Nome: Niviane Rios Santana

Idade: 17 anos

Turma: 31F

Qual tipo de dança você pratica? Danças tradicionalistas.

Você pertence a algum grupo? Sim.

O que a dança proporciona a você? Muito envolvimento, emoção, paixão pela dança.

Em quem se inspirou para começar a dançar? Eu mesma, pois, no fundo, eu precisava de algo que me motivasse, queria algo diferente.

Pretende seguir praticando o ato de dançar? Com certeza, pois dançar é uma arte, e sempre é tempo de aprender!

Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F




Entrevista: Bruno Prettz




Nome: Bruno Prettz

Turma: 31

O que desenhar representa para você? Passatempo, sabe, desenho nas horas em que não faço nada, estou livre.

Em que se inspirou pra começar a desenhar? Fico um bom tempo vendo tirinhas, tento fazer algo parecido com o que eu vejo, memes, por exemplo. SÉRIO, SOU MUITO PICASSO.

Pretende seguir com essa carreira? Não penso nisso, só faço esses desenhos quase abstratos por diversão mesmo.


Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F