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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Vida após o Elisa

Helena Costa

 Nairo Marques

Quando você entra no Elisa, a vida nele parece ser bem assustadora no começo, mas, aos poucos, você costuma. Já pensou como seria sua vida depois do Elisa?

Faculdade nova, cidade nova, amigos novos, desafios novos e maiores e decisões difíceis para ser tomadas, é isso e muito mais que lhe espera depois dos seus 3 anos de ensino médio, que, aliás, passam muito rápido, quando menos espera você já está sentado numa sala de aula e a sua frente está a prova do ENEM. Você tem a mínima ideia do que é isso?

Eu entrevistei dois adolescentes de 18 e 19 anos que, até o ano passado, estavam aí no seu lugar, com os mesmos professores, provas e trabalhos, com essa pequena entrevista abaixo, você poderá ter uma ideia do que foi para eles o Elisa e o que é a tão esperada faculdade.

Helena Costa tem 19 anos, entrou no Elisa em 2008. Ela queria o ensino médio, mas sua mãe queria que ela cursasse o magistério, foi isso que acabou fazendo e cursou o magistério até 2011.

Agora Helena cursa Tecnologia em Alimentos em Frederico Westphalen. Ela disse que, quando estava no Elisa, tinha algumas partes de que gostava e outras de que não gostava e o que não lhe agradava era o magistério. Perguntei à ela como é sua vida agora que está em outra cidade e ela me respondeu dizendo que é muito diferente do que imaginava, diz, também, que é um pouco difícil, porque mora sozinha, longe da família e tem responsabilidades que não tinha antes.

Nairo Marques tem 18 anos terminou o ensino médio em 2010 e, em menos de um ano, já estava entrando na faculdade de Psicologia em Santa Maria.

Perguntei ao Nairo como era sua vida quando estava no Elisa; ele contou que, antes de estudar no Elisa, estudou no Instituto Laura Vicuña. Disse também que, quando entrou no Elisa, sentiu a diferença, que tinha a impressão de que lá ele era mais independente, mas afirma que não era “fazer tudo o que queria”. Falou que tinha professores ótimos e outros que não eram tão bons assim, e comenta que havia matérias sem propósito como Ensino Religioso, que dava nota pelo caderno e diz: “Na minha opinião esse tipo de "aula" é desnecessária, pois, na faculdade, não tem nota pelo que você copia ou pelo comportamento. Mas isso não é só no Elisa, isso é muito comum em outras escolas brasileiras também. Entretanto, outros professores deram ótimas aulas e eu aprendi bastante”.

Perguntei como que é a vida agora que ele está na faculdade e se esperava que a sua vida fosse assim. Respondeu-me que a faculdade é muito diferente da escola, que todo mundo chega despreparado sem saber a aonde ir, o que estudar e se informar sobre tudo o que precisa, diz também que só se aprende tudo isso vivenciando. No caso dele, a turma é bem unida e  um pode contar com o outro para resolver esse tipo de problema e diz “A maior diferença é que na faculdade, pelo menos onde eu estudo (Universidade Federal de Santa Maria), você é entendido como um sujeito de responsabilidades e ninguém fica passando a mão. Você é responsável pelo modo como você quer o seu aprendizado. Isso é um aspecto muito importante para o amadurecimento”, diz, também, que as festas são ótimas.

Diz que não sabe se é isso que ele esperava, mas que queria que tudo fosse novo, diferente e melhor. Comentou que cada um experimenta essa fase de uma forma diferente e por final “Eu estou muito feliz com meu curso e com minha vida pós-escola. Aprendi muitas coisas... umas de forma difícil e dolorida. Mudei muitos conceitos, cresci como pessoa. Porém ainda tem muito que vir. Acredito que o importante é sempre tomar as coisas como aprendizado e não ficar preso no passado.”

Então, vamos aproveitar o máximo do ensino médio, vamos aproveitar o que chama de melhor fase da vida para aprender, amadurecer e nos preparar para o futuro que está mais próximo do que achamos.


Igor Sastro - turma 11 M

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Formação e informação


Terceiro ano de uma educação onde o passado não é base e o futuro é indeciso. Sem um guia de como e quando devemos tomar nossas próprias decisões. Qual caminho escolher? Vemos que a cada instante o mundo muda e nós mudamos juntamente com ele.

Percebo que aqui em nossa cidade, Uruguaiana, o futuro é incerto, pois, por mais que tenha faculdades e bons cursos, falta um algo a mais, talvez um simples lugar onde consigamos ser nós mesmos, claro, um lugar diferente de um clube, de uma boate, mas, sim, uma praça onde não sejam visadas a sua vestimenta ou a suas companhias.

Deve ser por estes motivos que muitos de nós, jovens, que devemos ficar, estamos indo para outras cidades para polos universitários. No meu caso, não vou para longe, não tão longe, apenas para um lugar que irá me proporcionar uma qualidade de vida e de estudos melhor.

Após me formar, penso em voltar para esta cidade que me ajudou a crescer como cidadão; mas com algumas dúvidas sobre se conseguirei ajudá-la  da mesma forma, com meus serviços, pois  qualquer lugar necessita de médicos, mas garanto que muitos dos jovem que vão, voltam com o mesmo intuito, de fazer Uruguaiana crescer, para que nossos filhos tenham uma melhor infância, educação, formação e informação.

Michael Hemann - turma31 D



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Singular e CJ no desfile




No desfile de Sete de Setembro, em Rolim de Moura (RO) e em Uruguaiana (RS), o Singular - o jornal escolar, do Aluísio e o Cultura Jovem, do Elisa foram apresentados às comunidades!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A difícil arte da escolha




Estamos numa fase da vida em que você escolhe o que vai querer ser, qual caminho irá seguir, aí que vem o drama.

Estou completando o ensino médio e isso, em casa e para mim, é motivo de muita felicidade, mas também de muita indecisão.

Quando paro pra pensar sobre o caminho a seguir, chego à conclusão de que não será nenhum pouco fácil, mas tenho força de vontade e sei que vou conseguir, porque depende exclusivamente de mim.

Só que os meus pais já traçaram um caminho, não vou negar: é ótimo claro, mas quero ir mais além. Tenho um sonho e quero muito realizá-lo, só que para isso não é preciso só força de vontade, mas sim dinheiro, hoje o mundo é movido por ele infelizmente.

Mas não vou desistir tão fácil, tenho um longo caminho a seguir ainda, sou nova e posso muito bem construir um grande futuro.

Meu sonho é ter minha própria empresa, ser a chefe, não é querer mandar nas pessoas, quero construir algo do meu jeito, sem passar por cima de ninguém. Pelo contrário, vou sempre ajudar quem precisar, vou construir tudo dignamente com o meu suor, com a minha determinação.

Uma grande influência nesse meu sonho vem de casa já, mas vou fazer minha faculdade, vou construir meu cantinho, tendo meu conforto, para depois realizar este sonho.

E assim hoje me empenho, me concentro muito em tudo que faço, aprendo muita coisa e vou atrás do que realmente quero para mim.

Laura Velfer Parcianello - Turma 31 G


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Educação e esporte


(Clica aqui para saber mais sobre a charge e o autor.)

Passadas as Olímpiadas de Londres-2012, uma dúvida ficou na cabeça de muitos brasileiros, assim como na minha: Porque que o Brasil, um país tão grande, ficou apenas na 22ª colocação no quadro geral de medalhas das Olímpiadas, atrás de países pequenos como o Cazaquistão e Cuba?

A resposta é simples, o esporte anda lado a lado com a educação, e no caso do Brasil, onde a educação é deixada de lado pelo governo, dificilmente irão ser formados bons atletas com disciplina suficiente para alcançar ótimos resultados.

Então só tenho a concluir que, para que o Brasil possa se tornar uma potência olímpica, caberá ao governo abrir os olhos para o futuro e começar a investir mais em educação, para que, mais adiante, surjam novos atletas que mostrem ao mundo a verdadeira grandeza de nossa nação.

Alex Tellechea - turma 31 D

domingo, 9 de setembro de 2012

Podemos e devemos fazer a nossa parte



Me chamo Fernanda Falcão de Souza, tenho 16 anos. Faço parte do Instituto Estadual de Educação Elisa Ferrari Valls e ingressei no Curso Normal no ano de 2010. Fui sorteada pelo PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) para compor uma lista de estudantes que fariam cursos técnicos como: Técnico em Informática, Técnico em Administração e Técnico em Comércio Exterior no SENAC Uruguaiana.

Comecei o curso em Tecnólogo em Comércio Exterior em maio deste ano, e estou ampliando meus conhecimentos para este tipo de profissão que está cada vez mais se expandindo no mercado de trabalho.

Existem diversos componentes curriculares no curso, e um deles é Segurança Ambiental. Neste, foi nos dado um trabalho com o seguinte tema: “A questão do lixo, sua geração e depósito final”.

Meu grupo formado por: Allan Douglas Lima, Ivan Marengo, Jéssica Kunst, Juan Pedro Guarachi, Kételim da Silva e Matheus Fecke interessou-se em aprofundar mais este assunto. Então, pesquisamos dados mais detalhados sobre a nossa cidade referente a este assunto.

Nosso trabalho foi desenvolvido em três semanas e, dentro destas, buscamos falar com a Secretária do Meio Ambiente, Sr.ª Marília Celestino Alves, para compreender e possuir mais informações sobre o tratamento do lixo em Uruguaiana. Os dados foram muito assustadores, que além de irmos ao Lixão da nossa cidade, procuramos ir aos locais onde uma parte do lixo é transferido para ser reciclado.

Nessas buscas por mais relatos e dados, conhecemos a Associação CEANE (Centro de Educação Ambiental Nova Esperança). Nesse local, o lixo é separado e reciclado, a renda é destinada às famílias carentes que trabalham no local. Além de amparar estas famílias, a Associação faz trabalhos de reforço escolar para as crianças que moram no bairro, tirando-as das ruas. Eles contam também com a ajuda da Campanha “Crack Nem Pensar”, lançado pelo Grupo RBS.

Decidimos produzir um vídeo para mostrar esta realidade. Que não só nossa cidade é vítima, mas, sim, todo o nosso país.



Vale a pena ressaltar, a imprescindível importância de projetos como estes em nossa cidade que acolham as crianças e as famílias carentes. Transmitindo-lhes  a certeza de um futuro melhor, de uma profissão mais digna, formando cidadãos mais conscientes e, principalmente, expandindo e repassando ações sustentáveis para ajudar nosso meio ambiente que está sendo cada vez mais degradado.

 Fernanda Falcão - Turma 31 B

sábado, 8 de setembro de 2012

Sete de Setembro no Uruguai





Aproveitando o "feriadão" do 7 de Setembro fui a Salto, Uruguai, mas, nem por isso, deixei de comemorar a nossa independência. 

No dia 7, fui convidado a participar de uma celebração da nossa independência e acabei me deparando com um centro de estudos da cultura brasileira, onde são cultivados costumes, idioma, folclore e geografia.

O curso tem 60 alunos regulares e mais de 240 já formados, pode-se dizer que são amantes do nosso país.

Durante a celebração, tivemos a execução e explicação do hino nacional, um bate-papo sobre a nossa história, quando pude contribuir com alguns conhecimentos, ainda foram servidos caipirinha, guaraná e um bolo para celebrar.

Com isso, me veio um pensamento: será que comemoramos a nossa independência corretamente?

Gian Matteo Sambucetti - turma 31 C

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O dia do estudante



A origem desta data é mais antiga do que nós imaginamos. No dia 11 de agosto de 1827 D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham que ir a Coimbra, em Portugal, onde existia a faculdade mais próxima.
Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas tinham apenas 40 alunos. De lá para cà, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada a USP em 1934.

Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes, assim que nasceu o dia do estudante, em 1927 (Wikipédia).

Como podemos perceber esta data é bem antiga, apesar disso, a sociedade está sempre em constante mudança. 
Na época em que foi criada, as pessoas encaravam o estudo com mais seriedade. Não ficavam satisfeitas com o conhecimento que tinham, estavam sempre querendo aprender mais. 
Não é o que acontece hoje, com algumas exceções, muitos desperdiçam o tempo de escola, cursos e tudo mais que envolva estudos. Até mesmo o estilo dos estudantes mudou bastante no decorrer do tempo.

Já diz o ditado: sem estudo não se alcança nada. Portanto estou convencida de que só alcançamos o sucesso com muito estudo, porque, ao contrário do que muitos pensam, milagres para esse tipo de coisa não existe.

Isadora Paiva Espinosa - Turma 31 F

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Elisa, no RS e Aluízio, em RO: altas conexões


(Direto de Rolim de Moura: Neura Manzini, Hannah Keyty e Juliana Seabra Laudares)

Está acontecendo algo nunca acontecido antes!

É algo inovador, surpreendente, e que, com toda certeza, trará grandes benefícios aos estudantes e professores.

Como todos sabemos, o CJ é um projeto idealizado pelo professor Fernando, que precisou de uma ajudinha especial da professora Suely, que com um empurrãozinho e com seus conhecimentos, que ela diz serem básicos, transformaram este projeto em realidade.

Vieram os alunos. Foi formada a equipe do Cultura Jovem.

Então ficou assim: Suely, Fernando e seus alunos. Pessoas cheias de vontades que colocaram em prática o Jornal do Elisa.

É muito bom participar dessa equipe!! Equipe essa que já virou uma família e que, agora, está aumentando!

Está acontecendo uma integração. Nós, da equipe do Cultura Jovem, estamos interagindo com o pessoal de Rondônia. Lá há uma professora muito bacana, a Juliana, que possui ideias muito audaciosas como as da professora Suely.

Eis que em uma de suas viagens pela net, elas se encontraram e foi um troca-troca de ideias; o que acabou resultando em uma conexão de Norte a Sul; pois nós, aqui em Uruguaiana, e ela e seus alunos lá em Rolim de Moura estamos realizando um Intercâmbio Jornalístico para trocarmos e compartilharmos ideias e, também, para nos conhecermos e consolidarmos novos laços de amizade.

Está sendo uma experiência muito boa, pois nós aqui e eles lá, de uma lado e outro do país, poder trocar ideias, conversar, nos conhecermos, um ensinar o que sabe para outro; tudo graças a net, que nós jovens amamos tanto, e também as nossas professoras muito maluquinhas que nos proporcionaram este encontro.

Vai ser, com certeza, uma experiência significativa para tod@s nós!

E que venham períodos de muito aprendizado, troca de ideias, e de muita dedicação, compromisso e responsabilidade da parte de tod@s!
Suany Nandara - Turma 31 A

terça-feira, 31 de julho de 2012

Do livro ao filme, do filme à realidade


(Foto de Fernanda Bagesteiro - turma 31 B)

"Uma professora muito maluquinha", título de um livro de Ziraldo que rendeu muitos elogios e que virou filme; tendo Paola Oliveira como principal personagem da história, isto é, a tão amada professora "Cati", como assim era chamada por seus alunos.

Seu amor e dedicação pelas crianças eram tão grandes, que seus alunos não queriam deixar suas aulas. Nelas, eles viajavam por lugares ainda desconhecidos, porém sem sair do lugar, brincavam, riam, imaginam, se divertiam e, principalmente, tinham o prazer de estar ali e amavam aquela professora acima de tudo; professora esta que eles diziam ser a melhor do mundo.

Eu, felizmente, tive a oportunidade de ler o livro e olhar o filme; foi a partir daí que tirei minhas conclusões a respeito e que hoje estou escrevendo este texto.

Nós, alunas do Curso Normal, estavámos realizando uma prática de ensino com as crianças do Curso de Aplicação aqui de nossa escola; cada semana observamos uma turma diferente e interagíamos com os alunos sendo as professoras auxíliares.

Em uma dessas semanas, tive a oportunidade de conviver com a turminha do 1º ano. Foi maravilhosa a interação e melhor ainda foi o carinho que recebi deles.

Na semana em que estive nessa turma, lembrava quase que diariamente do filme e do livro de Ziraldo; pois naquele momento encontrei aquela que seria a nova professora maluquinha!

Seu nome, Mariéle; tia, "profe", e um pouco mãe.

Não há como não se encantar com seu jeitinho todo especial de dar aulas, de cuidar de seus aluninhos.

Ela é uma pouco fada, sabe como encantar a todos. Sua magia contagia. Seu jeito de ser cativa a todos; principalmente a seus alunos.

Ela entrou na escola este ano, porém, sua fama já se espalhou por todo o colégio.

Nós temos o maior orgulho de ter ela em nossa escola! Ela sabe fazer a diferença, inventa coisas que até Deus duvida, é um pouco maluquinha sim!

Tenho certeza que ela faz a diferença não só em sala de aula, mas também na vida de seus aluninhos.

É uma pessoa iluminada, que nunca deve mudar seu jeitinho maluquinho de ser! É maravilhoso entrar na aula dela, você parece estar no paraíso.

A tia Mariéle é um exemplo que tod@s nós alunos do Curso Normal devemos seguir!

Enfim, achamos a nossa professora maluquinha! E se me perguntarem seu nome, direi: é a "tia Mariéle, ou melhor, é a "tia Mari!"
Suany Nandara - Turma 31 A

domingo, 29 de julho de 2012

CJ vira notícia (2)

No Jornal dos Bairros, encarte do Diário da Fronteira, do dia 21 de maio de 2012, o Cultura Jovem e o blog Espichando a conversa foram notícia.


Érica e Suany e a coluna Repórter Aprendiz

No dia 19/05, o Elisa, como parte da comemoração do 57º aniversário, recebeu a Ciranda dos Bairros, desenvolvida pela a Rádio Líder FM 99,9 e pelo jornal Diário da Fronteira. Segundo os organizadores, com esse projeto,
as comunidades dos bairros e subúrbios de Uruguaiana passarão a ter vez e voz ao serem beneficiadas com ações gratuitas de caráter comunitário, cultural, educacional, de recreação e serviços em geral, como nas áreas de saúde, prevenção, e segurança.
Nesse dia, a Érica Rebés e a Suany Neves tiveram "voz": editaram a coluna Repórter Aprendiz, publicada na edição do Jornal dos Bairros, do dia 21 de maio de 2012.

As meninas mandaram muito bem! Parabéns!

Confiram a matéria a seguir:

sábado, 28 de julho de 2012

O que alunos pensam sobre o Enem

O Enem foi criado pelo governo há 14 anos.

Nos últimos três anos, aconteceram alguns problemas.

Em 2009, por exemplo, houve o roubo da prova; em 2010, as provas ocorreram tranquilamente; já, em 2011, houve o caso das 13 questões polêmicas, pois um colégio havia resolvido questões idênticas as do ENEM em um simulado.

Espera-se que em 2012 haja a segurança adequada para que não tenha nenhum tipo de irregularidade.

Polêmicas à parte, esse exame tem ajudado muitas pessoas a ingressar em uma universidade.

Há aproximadamente três meses para realização da prova, já é assunto bastante comentado entre os participantes.

Por este motivo resolvi perguntar aos participantes da nossa escola a opinião deles sobre o ENEM.

Antes, deixo algumas indicações de possíveis temas da redação de 2012:
  • Primavera Árabe;
  • RIO+20;
  • Meio Ambiente;
  • Violência...
O melhor é nos mantermos atualizados lendo jornais e revistas que nos auxiliarão a formar nossa opinião sobre temas da atualidade.


 

Isadora  Paiva Espinosa - Turma 31  F

CJ vira notícia (1)

O Cultura Jovem virou notícia no Diário da Fronteira. :)


terça-feira, 22 de maio de 2012

Elisa na UFRGS (parte 1)




Nossas atividades na universidade se iniciaram às 9h45min na entrada do campus central, no prédio de ciências da saúde.

O passeio guiado nos direcionou para o Bloco de Biomedicina, uma das profissões mais recentes da área da Saúde.

O primeiro laboratório que tivemos oportunidade de conhecer foi o de anatomia, para cada curso oferecido pela universidade, direcionados à saúde existe um laboratório desse tipo. Para compreender a estrutura do curso, cuja ênfase é a biologia humana para o futuro profissional biomédico.
Logo após, seguimos em direção ao laboratório de Histologia, que se dedica ao estudo de tecidos. Dentre os cursos da saúde, para cada aluno são preparados conjuntos de cem lâminas que acompanharão o aluno até o final do curso. Cada sala de aula conta com 25 microscópios que custam em média R$5000 cada.Os alunos são responsáveis pelos seus eventuais danos. As lâminas, cujo trabalho artesanal de composição é feito manualmente com o uso de parafina, micro-secções de tecido, conservante e corantes, pelo departamento de Histologia, podem durar anos a fio se preservadas adequadamente.

A coordenadora do curso de biomedicina, Dra. Denise Maria Zancan, gentilmente, ministrou uma palestra sobre a estrutura da graduação, que por vezes é confundida com o curso de ciências biológicas ou mesmo com o de farmácia, sanando as dúvidas remanescentes de uma das mais recentes, mas não menos importante profissão das ciências da saúde. 
Enquanto o farmacêutico estuda as propriedades dos medicamentos o biomédico, entretanto, estuda a análise e pesquisa das patologias no contexto da aplicação de tais medicamentos. Atuando nas áreas de análises clínicas, microbiologia e imunologia, embriologia (reprodução assistida), análise ambiental, análise bromatológica (estudo das propriedades dos alimentos), biologia molecular, diagnóstico por imagem, genética, farmacologia, psicobiologia (estudo das relações entre o sistema nervoso e o comportamento humano), toxicologia, entre tantas outras, que oportunizam ao biomédico uma posição vantajosa no mercado de trabalho.

A universidade oportuniza a dupla diplomação, a partir da parceria com o projeto do governo brasileiro “Ciência sem fronteiras”, e da própria universidade com a “Fomentação científica” visando a iniciação científica, com a intenção de criar os futuros doutores que poderão integrar a docência e tornarem-se o futuro da ciência e da tecnologia do Brasil.


Maria Eduarda e Laysla - turma 31G

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Elisa na UFRGS (parte 2): Engenharia de Materiais


Dentro das paredes históricas do antigo prédio de Engenharias, no campus central, que forma vasta gama de engenheiros desde o longínquo ano de 1896, conhecemos uma das mais recentes ramificações das engenharias que, segundo os graduandos que a apresentaram, é a “Engenharia a qual todas as outras engenharias se encontram subordinadas”.

O curso de engenharia de materiais existe há apenas dezoito anos na UFRGS, considerada a caçula das engenharias, quando comparada aos cursos mais tradicionais como as Engenharias Civil, Mecânica e Eletrônica, mesmo antes de ser considerada como uma área de graduação específica já se encontrava intrinsecamente ligada às demais.

O objetivo da palestra era apresentar para nós, futuros vestibulandos, o curso de engenharia de materiais, que alguns ainda desconhecem.

A engenharia de materiais poderia ser definida como o ramo da engenharia voltado para pesquisa de novos materiais e/ou outros usos industriais para materiais já existentes. Na indústria, esse engenheiro é responsável pelo processo que se inicia na escolha da matéria-prima, passa pela definição dos métodos de produção e culmina na utilização adequada do material.

“Imaginem que ela precise de uma prótese para implante dentário, que ele tenha quebrado a perna e os ossos da rótula e do fêmur tenham se fragmentado com o impacto e com isso  precise de uma estrutura sintética, a fim de reaver os movimentos da perna. Ou então que, na volta para a cidade, vocês sofram um acidente e que ela ao impactar a cabeça contra o banco sofra uma fratura na maçã do rosto e precise de uma prótese para a reposição do osso ...

O papel do engenheiro de materiais é trabalhar a fim de pesquisar, criar e aperfeiçoar materiais para que outros engenheiros e designs, criem estruturas utilizadas na indústria, como nos exemplos, para próteses da área médica, empregando polímeros (plásticos), metais (como o aço) e cerâmicas que podem ser combinados gerando compósitos e que graças as nossas pesquisas possuem um ínfima margem de rejeição e maior durabilidade."(Fernando – Doutorando em Engenharia de Materiais)

O curso, ainda, possibilita ao graduando a iniciação científica nos laboratórios da UFRGS, auxiliando mestrandos e doutorandos em pesquisa, estágio no exterior, intercâmbio de até dois anos (o aluno realiza uma prova de proficiência na língua do país receptor e, de acordo com a pontuação, pode até mesmo ficar um semestre apenas aperfeiçoando a língua, antes do estágio. A Dupla-Diplomação, o aluno gradua-se com o diploma da UFRGS e da universidade receptora e estágio na Empresa Júnior (EME) que presta consultoria para diversas empresas.

São outros ares, ali entre os prédios do campus central desta universidade centenária, onde tradição e modernidade caminham lado a lado, perdemos esse lado provinciano que nos impele a viver o agora e deixar de lado o futuro. Ali, cada um de nós, apesar dos caprichos da vida, permitiu-se vislumbrar um pouco do futuro, engenheiros, médicos, advogados, arquitetos, jornalistas... Dentro daquelas paredes cada um de nós teve um sonho, vimos um caminho que com esforço e dedicação está ao alcance de nossas mãos, tenho certeza. 
Maria Eduarda e Laysla - turma 31 G

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Reestruturação do ensino médio: palavras da Diretora


 O Elisa enfrenta o desafio da reestruturação do ensino médio com muito estudo e com o  compromisso de todos - professores, coordenação pedagógica, equipe diretiva

A equipe do  Cultura Jovem entrevistou a Diretora da Escola Elisa Ferrari Valls, Maria Cristina Galvão.

Na oportunidade, ela esclareceu algumas dúvidas comuns de pais e alunos sobre a reestruturação do ensino médio e a implantação do ensino politécnico nas escolas.

Segundo ela,
a intenção é a qualificação do ensino médio, através de uma nova organização de trabalho na escola: pela aplicação de metodologias que, há muito tempo, debatemos e estudamos em educação, uma delas é a interdisciplinaridade, que é a articulação das disciplinas e das áreas do conhecimento, na tarefa de auxiliar os alunos na compreensão do mundo, na compreensão de fatos da realidade, para que possamos atuar nessa realidade no sentido de transformá-la, se necessário for.
Perguntada sobre o que essa reestruturação vai acrescentar à vida de alunos e professores, Maria Cristina respondeu:
 Principalmente, o desafio do estudo através da pesquisa. A relação entre a teoria e a prática através de vivências de projetos com temas que fazem parte do nosso cotidiano. E o resgate de uma das funções essenciais do professsor que á a de ser pesquisador. E o resgate do papel muito importantes do aluno que é ser ativo e interativo na construção e na reconstrução de saberes.

Ficou curioso? Quer saber mais sobre esses assuntos?

Então, confere, no vídeo, a entrevista na íntegra!

É uma oportunidade de entender melhor esse processo que movimenta as escolas de ensino médio no Estado do Rio Grande do Sul!



Erika Rebés e Fernanda Falcão - turma 31 B