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terça-feira, 29 de maio de 2012

A Função Social da Imprensa


É comum assistirmos na TV, lermos no jornal ou ouvirmos no rádio uma notícia sensacionalista que atrai leitores das diversas mídias como consumidores de um produto comercial. É a banalização da informação que “emburrece”.

Apelo sexual, violência, reality show etc. Esse mercado de besteirol só serve para gerar lucro para a emissora que atrai o patrocínio de marcas para o “grande” veículo de comunicação, e somos nós que pagamos essa conta com a alienação de público espectador de lixo.

Outro problema é a distorção da verdade em favor do lucro imediato. Também tem a imprensa golpista e raivosa que faz oposição contumaz contra governos e partidos que não estão alinhados ideologicamente com a posição política da emissora ou do jornal. Pior ainda é editar notícias para proteger governos que usurpam o povo, que fazem conchavos, desviam recursos e o pior, que compram a mídia para formar opinião ou o senso comum.

Uma imprensa séria e que se preze deve mostrar as notícias por todos os lados, dar espaços iguais para os contrapontos, aguçar os antagonismos de forma isenta para que o público faça as suas escolhas.

Temas polêmicos suscitam debates, instigam interesses. Política, saúde, segurança pública, meio ambiente, educação, entre outros, são temas de relevância social, embora de interesses distintos, e que a grande mídia muitas vezes manipula a informação. Por isso é importante ler a notícia em diversos veículos de comunicação e comparar para tentar entender os interesses implícitos na informação.

Nós, do Cultura Jovem, estamos aprendendo a fazer imprensa, mas com dignidade e a seriedade de transmitir a informação com imparcialidade para que cada um faça a suas escolhas.

Nossa segunda edição está pautada na disputa leal, e a gincana dos cinquenta e nove anos do Elisa está sendo um sucesso pelas gentilezas e as cordialidades demonstradas de parte a parte, pelos alunos envolvidos nas equipes.

Uma escola assim eu quero pra mim!

Fernando Falcão Pereira Filho - Professor de História

Especial: animes mangás (parte 1)

Anime Mangá nada mais é do que desenho em quadrinhos, o nosso mais conhecido “gibi”.

O Anime Mangá é originário do Japão, onde se concentra a maior indústria de mangás.

O Mangá é extremamente reconhecido no Oriente Médio.

Os Animes surgem através dos Mangás.

Os desenhistas de Mangás, são chamados de Mangakás.

E existem várias classificações de Mangás, algumas delas são: SHOUNEN (Mangá masculino, feito para meninos, com ação), HENTAI (Mangá adulto, só é vendido para maiores de 18 anos), OTOMEN (Mangá feminino, feito para garotinhas), dentre várias outras classificações dadas ao Mangá.

Curiosidades sobre Animes Mangás:

- O livro de Mangá é lido de trás para frente, sempre da direita para a esquerda. Veja a simulação de leitura na foto abaixo:
 
 



Esses Animes Mangás saem em volumes que contém vários capítulos.


Os Animes Mangás são caracterizados pelos olhos grandes, que expressam o sentimento que o mangaká quer passar para o seu leitor.

O Mangá não é pintado, a não ser que esse mangá vire um Anime (desenho) e se caracteriza, também, por seus traços feitos a lápis.
Érika Rebés - turma 31 B


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Texto de Juliana - 5º ano


Nosso planeta azul poderá continuar vivo por muito milhões de anos se nós todos colaboramos e nos juntarmos a Eco Patrulha, para podermos ajudar o Planeta a ficar cada vez mais lindo.

Nós devemos cuidar do nosso Planeta, porque ele está ficando doente por causa da poluição e, também, por causa do homerm que está matando as árvores da nossa natureza. 

O planetea está ficando doente e nós somosos seus médicos e devemos curá-lo e ajudá-lo para ele não acabar morrendo. 

Então não corte mais árvores e nem mate a natureza. 

A natureza agradece.

Juliana dos Santos Farias - 5º ano

terça-feira, 22 de maio de 2012

Elisa na UFRGS (parte 1)




Nossas atividades na universidade se iniciaram às 9h45min na entrada do campus central, no prédio de ciências da saúde.

O passeio guiado nos direcionou para o Bloco de Biomedicina, uma das profissões mais recentes da área da Saúde.

O primeiro laboratório que tivemos oportunidade de conhecer foi o de anatomia, para cada curso oferecido pela universidade, direcionados à saúde existe um laboratório desse tipo. Para compreender a estrutura do curso, cuja ênfase é a biologia humana para o futuro profissional biomédico.
Logo após, seguimos em direção ao laboratório de Histologia, que se dedica ao estudo de tecidos. Dentre os cursos da saúde, para cada aluno são preparados conjuntos de cem lâminas que acompanharão o aluno até o final do curso. Cada sala de aula conta com 25 microscópios que custam em média R$5000 cada.Os alunos são responsáveis pelos seus eventuais danos. As lâminas, cujo trabalho artesanal de composição é feito manualmente com o uso de parafina, micro-secções de tecido, conservante e corantes, pelo departamento de Histologia, podem durar anos a fio se preservadas adequadamente.

A coordenadora do curso de biomedicina, Dra. Denise Maria Zancan, gentilmente, ministrou uma palestra sobre a estrutura da graduação, que por vezes é confundida com o curso de ciências biológicas ou mesmo com o de farmácia, sanando as dúvidas remanescentes de uma das mais recentes, mas não menos importante profissão das ciências da saúde. 
Enquanto o farmacêutico estuda as propriedades dos medicamentos o biomédico, entretanto, estuda a análise e pesquisa das patologias no contexto da aplicação de tais medicamentos. Atuando nas áreas de análises clínicas, microbiologia e imunologia, embriologia (reprodução assistida), análise ambiental, análise bromatológica (estudo das propriedades dos alimentos), biologia molecular, diagnóstico por imagem, genética, farmacologia, psicobiologia (estudo das relações entre o sistema nervoso e o comportamento humano), toxicologia, entre tantas outras, que oportunizam ao biomédico uma posição vantajosa no mercado de trabalho.

A universidade oportuniza a dupla diplomação, a partir da parceria com o projeto do governo brasileiro “Ciência sem fronteiras”, e da própria universidade com a “Fomentação científica” visando a iniciação científica, com a intenção de criar os futuros doutores que poderão integrar a docência e tornarem-se o futuro da ciência e da tecnologia do Brasil.


Maria Eduarda e Laysla - turma 31G

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Elisa na UFRGS (parte 2): Engenharia de Materiais


Dentro das paredes históricas do antigo prédio de Engenharias, no campus central, que forma vasta gama de engenheiros desde o longínquo ano de 1896, conhecemos uma das mais recentes ramificações das engenharias que, segundo os graduandos que a apresentaram, é a “Engenharia a qual todas as outras engenharias se encontram subordinadas”.

O curso de engenharia de materiais existe há apenas dezoito anos na UFRGS, considerada a caçula das engenharias, quando comparada aos cursos mais tradicionais como as Engenharias Civil, Mecânica e Eletrônica, mesmo antes de ser considerada como uma área de graduação específica já se encontrava intrinsecamente ligada às demais.

O objetivo da palestra era apresentar para nós, futuros vestibulandos, o curso de engenharia de materiais, que alguns ainda desconhecem.

A engenharia de materiais poderia ser definida como o ramo da engenharia voltado para pesquisa de novos materiais e/ou outros usos industriais para materiais já existentes. Na indústria, esse engenheiro é responsável pelo processo que se inicia na escolha da matéria-prima, passa pela definição dos métodos de produção e culmina na utilização adequada do material.

“Imaginem que ela precise de uma prótese para implante dentário, que ele tenha quebrado a perna e os ossos da rótula e do fêmur tenham se fragmentado com o impacto e com isso  precise de uma estrutura sintética, a fim de reaver os movimentos da perna. Ou então que, na volta para a cidade, vocês sofram um acidente e que ela ao impactar a cabeça contra o banco sofra uma fratura na maçã do rosto e precise de uma prótese para a reposição do osso ...

O papel do engenheiro de materiais é trabalhar a fim de pesquisar, criar e aperfeiçoar materiais para que outros engenheiros e designs, criem estruturas utilizadas na indústria, como nos exemplos, para próteses da área médica, empregando polímeros (plásticos), metais (como o aço) e cerâmicas que podem ser combinados gerando compósitos e que graças as nossas pesquisas possuem um ínfima margem de rejeição e maior durabilidade."(Fernando – Doutorando em Engenharia de Materiais)

O curso, ainda, possibilita ao graduando a iniciação científica nos laboratórios da UFRGS, auxiliando mestrandos e doutorandos em pesquisa, estágio no exterior, intercâmbio de até dois anos (o aluno realiza uma prova de proficiência na língua do país receptor e, de acordo com a pontuação, pode até mesmo ficar um semestre apenas aperfeiçoando a língua, antes do estágio. A Dupla-Diplomação, o aluno gradua-se com o diploma da UFRGS e da universidade receptora e estágio na Empresa Júnior (EME) que presta consultoria para diversas empresas.

São outros ares, ali entre os prédios do campus central desta universidade centenária, onde tradição e modernidade caminham lado a lado, perdemos esse lado provinciano que nos impele a viver o agora e deixar de lado o futuro. Ali, cada um de nós, apesar dos caprichos da vida, permitiu-se vislumbrar um pouco do futuro, engenheiros, médicos, advogados, arquitetos, jornalistas... Dentro daquelas paredes cada um de nós teve um sonho, vimos um caminho que com esforço e dedicação está ao alcance de nossas mãos, tenho certeza. 
Maria Eduarda e Laysla - turma 31 G

domingo, 20 de maio de 2012

Pata de Elefante em Uruguaiana

 
Em comemoração aos seus dez anos de trajetória, a banda Pata de Elefante realizou uma turnê por quatro cidades do RS. No dia 29/04/2012 tocou em Uruguaiana, no Clube Comercial.

Na entrevista realizada com os integrantes da banda, deixaram explícito o prazer que tiveram em tocar aqui e nós o prazer e a vontade de que voltem e realizem mais shows como este.




Cih Araújo e Jéssica Luene- Turma 31 E

sábado, 19 de maio de 2012

Chegou a hora, tenho que votar!

 Com o passar do tempo, a criança deixa de ser criança e torna-se um adolescente; muitas vezes, cheio de dúvidas, e que busca incessantemente descobrir sua identidade e ter seu lugar na sociedade.

Todo jovem passa por muitos momentos importantes na vida, um deles é tomar a decisão de exercer a cidadania.

Embora seja obrigatório a partir dos dezoito, muitos jovens fazem seus títulos e começam a exercer facultativamente o direito de votar aos dezesseis anos.

É comum os jovens estarem em dúvida, pois muitos desconhecem a importância e o poder de seu voto.

Muitos dizem votar em branco, outros falam, também, em não votar e os que votam dizem ser em qualquer um.

Surpreendentemente, não são só os jovens que adotam este papel. Muitos adultos, que deveriam ser  exemplo de cidadania, não se importam também. Já ouvi relatos de pessoas justificando seu voto, e indignada fiquei ao escutar que foi pela aparência do candidato.

Para que não haja coisas desse tipo, é fundamental que os jovens tenham, mesmo que seja básica, noção do que é Política, para que serve a Política, quem são os políticos, o que eles fazem, por que fazem e  como fazem.

Também, é necessário que saibam que são ELES os responsáveis por eleger os políticos e que é exercendo a cidadania, isto é, votando, que eles decidem quem os representará no executivo, no legislativo e no judiciário.


Estamos em ano de eleições e nós, que já possuimos o título eleitoral, devemos agir com coerência, responsabilidade e seriedade no que diz respeito às nossas escolhas, para que possamos eleger candidatos sérios, comprometidos, honestos e que se importem e respeitem a população.

Suany Nandara - Turma 31 A

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Entrevista com os líderes das equipes

O Cultura Jovem, entrevistou os líderes das equipes participantes da gincana e observou um grande envolvimento de todos na hora da entrevista e em suas respostas.

As perguntas foram as seguintes:

1. Qual é a preparação da equipe?

2. Por que quiseram participar da gincana?

3. Como é o entrosamento das equipes?

4. Qual é o verdadeiro sentido da gincana?

5. Qual é a importância da vitória? E como repercute a derrota?

6. Como é trabalhar em equipe?

7. Qual é o aprendizado que vocês tiram a partir dessa gincana?

8. Um momento marcante...

9. Algo a dizer sobre a gincana e o aniversário da escola...

# LOS HERMANOS



1. Na verdade a equipe existe há muito tempo; porém retornou em 2009, com o “Gullit” e o “Goga” que formaram novamente. Daí em diante, as lideranças foram passando para os mais responsáveis, os mais antigos que iam ficando na equipe .Quando um se formava, outro ocupava seu lugar,. A equipe na verdade, não foi formada, nós juntamos um grupo de amigos e aí “deu no que deu”, assim chegamos ao nome de Los Hermanos, que significa “Os Irmãos”.

2. Quisemos participar para mostrar nossas qualidades, pois somos uma equipe muito unida. Embora seja a menor das equipes, queremos nos divertir e competir com suavidade.

3. Nesse ano estamos em um clima muito bom com todas equipes. Existe sim rivalidade com alguma equipe; porém é só na gincana, mesmo que fiquemos “esquentados”, depois tudo volta ao normal, isto é, voltamos para o cotidiano de sempre, pois amizade é amizade .

4. Acho que é para dar uma alegria neste colégio, pois ele é “muito parado”. Uma diversão de vez em quando é bom para descontrair .


5. A vitória um benefício a mais. Perdendo ou ganhando a equipe está toda unida. Se ganharmos estamos juntos, se perdemos também.


6. Trabalhar em equipe é bom. O essencial quando trabalha-se em equipe é confiarmos um nos outros e aprender a lidar com o medo que o outro possa errar .

7. Aprendemos a trabalhar em equipe, a saber confiar nos amigos. Aprendemos um pouco sobre os temas das gincanas de cada ano.


8. Um momento marcante foi a equipe toda reunida e isto traz muita alegria !


9.Nada a declarar!


ENTREVISTADO : Thiago Fontoura – Um dos líderes da equipe.


# PASSIONE GALÁCTICA


1. Nossa organização é a seguinte: quase todos os dias temos reunião para discutirmos como vamos participar e quem vai realizar as provas. Nosso líder “Léo” tem, talvez, um voto superior.

2. Por vários motivos: mater a equipe Paasione e tentar torná-la campeã .

3. O melhor possível! Todos somos amigos e essa amizade hoje é a que nos torna uma das equipes mais entrosadas e animadas da gincana .

4. O verdadeiro sentido é que união faz a força; isso significa que unindo os alunos com a escola conseguiremos ter um lugar de estudo e de educação melhor. A gincana é isto, uma forma de entrelaçar a escola com seus alunos de uma forma divertida e saudável.

5. A vitória mostra que nossa luta e esforço valeu a pena e que todos fizeram sua parte para essa conquista. A derrota repercute de uma forma, porém  temos a consciência de que fizemos o máximo, mas que não foi possível chegarmos à vitória.

6. Trabalhar em equipe na Passione é algo inesquecível, pois mostra a verdadeira forma de que unidos venceremos, isto é,  quando falamos em Passione, falamos em família! A família Passione!

7. Levamos essa união e amizades que certamente serão para sempre e que nunca serão esquecidas . Jamais esqueremos da Passione, pois ela é uma corrente de amizades verdadeiras.

8. Um momento marcante foi antes de chegarmos no Elisa dia da gincana (15/05), estávamos nos prepando pra chegar e todos estavam cantando, animados e ansiosos, pois estamos muito confiantes!

9. A gincana está sendo momento marcante na vida de cada um e o aniversário da escola é uma comemoração que mostra como ela é especial !Além de ser uma das melhores escolas de Uruguaiana.

ENTREVISTADO: William Azevedo – Representante da equipe.


# PORCO ARANHA



1. A preparação começou com um entrosamento harmonioso entre as pessoas da equipe, fazendo com que todos se comprometessem e fizessem a sua parte, sendo essa uma forma fundamental de alcançar nosso objetivo. Nos preparamos sempre colocando, em primeiro lugar, os valores que levaríamos na gincana: humildade, união, honestidade e  amizade.

2. A equipe quis participar da gincana, porque acreditava na capacidade de cada um de seus componentes e porque queríamos mostrar uma equipe diferente, uma forma justa de competir.

3. O entrosamento entre algumas equipes é saudável, o espírito de competição é bom e o respeito entre as mesmas também. Porém, acreditamos que um pequeno grupo de pessoas leva a gincana a um nível excessivo de competição, deixando de lado a diversão, amizade e integração.

4. A gincana é uma atividade ideal para desenvolvermos aquele espírito de liderança, comprometimento, organização, companheirismo e envolvimento dos estudantes que a cada ano entram na escola. Porém, o verdadeiro sentido é a integração dos alunos e a comemoração do aniversário da nossa querida escola.

5. A vitória refletiria como reconhecimento dos nossos esforços, dos nossos sacrifícios, da nossa organização e da nossa união. A equipe é composta de pessoas boas, que sabem perder, que valorizam cada momento de alegria. A derrota repercutiria como frustração, quando nos sentimos prejudicados

6. Trabalhar em equipe nunca é fácil. É sempre difícil, sempre um desafio. No início, sempre tem os que trabalham mais... Mas acredito que vencemos esse desafio, pois, no final, vimos toda equipe envolvida, pessoas que nem imaginávamos. Fiquei muito orgulhosa!

7. Com a gincana, aprendemos que ninguém vai a lugar nenhum sozinho, que a união realmente faz a força. Aprendemos que devemos ser honestos, ser responsáveis e que vitória tem que vir como um mérito, uma recompensa, sem passar por cima de nossos valores para alcançar os objetivos.

8. O momento mais marcante foi a nossa grande chegada na escola, na terça- feira (15/05), onde vi toda a equipe cantando, gritando e declarando o seu amor pela Porco Aranha. Quando tudo passou pela minha cabeça e que me emocionou muito... Engoli as lágrimas de alegria.

9. Apesar de tudo, nos divertimos muito nesta gincana e ganhamos experiência. Independente do resultado, sairemos de cabeça levantada, com orgulho do trabalho da nossa equipe, pois fomos honestos e honramos o verdadeiro sentido dessa brincadeira: a comemoração do aniversário da escola.


ENTREVISTADA: Bibiana Melo – Líder da Equipe


# ROOT’S



1. Já estamos nos preparando faz quase 2 meses, até porque, é bem difícil organizar uma equipe de 85 componentes (contando com a torcida ) e requer tempo.

2. A gincana em si não é só a competição, eu aprendi em outros anos de gincana que se pode criar muitos laços nesse período. E, nesse ano, juntamos todos os nossos amigos, os de fé mesmo, e formamos a equipe. A Root's sempre enfatizou a união e usamos desse evento propício pra mostrar que podemos, com a ajuda de todos, ganhar! Foi basicamente isso, juntar os amigos para nos divertir, buscando sempre o melhor.

3. Digamos que há alguma rivalidade, e o entrosamento é meio instável. Respeitamos as outras equipes e não gostamos que as barreiras da competitividade sejam ultrapassadas e levadas para o lado pessoal.


4. O verdadeiro sentido da gincana é o aprendizado que temos e as amizades que fazemos. É saber lidar com a vitória e com a “derrota” e aprender a trabalhar em equipe.

5. O principal objetivo é a vitória, mas não passaremos por cima de ninguém e nem do que achamos certo pra ganhar. Ninguém gosta de perder, mas a nossa equipe, mesmo que seja ' derrotada' não vai encarar assim, demos o nosso melhor e derrotado é aquele que nunca tentou!

6. Em um grupo grande como é a Root's, às vezes é bem difícil, por causa da diversidade de opiniões, e às vezes fica difícil agradar a todos, mas fora isso, quando todo mundo se une com o mesmo ideal, não tem quem segure!

7. A união em prol de um objetivo, o trabalho em equipe, acho que é o que mais se aprende participando da gincana.

8. Ver um dos nossos componentes participante da rústica, que tinha grandes chances de pontuar, parar pra ajudar outro membro da nossa equipe que tinha se machucado. Isso é bem o espírito da gincana.

9. Não foi respondida.




Esta gincana proporcionou não só aos membros das equipes, mas às torcidas e à comissão um grande aprendizado. Foi emocionante ver todos envolvidos em atingir seus objetivos e, garanto-lhes estes com certeza foram alcançados, independente do resultado.

Todos estão de parabéns por realizarem um belíssimo espetáculo.



Suany Nandara - Turma 31 A

Mangá feito por alunos do 5º ano

 Autora: Eduarda

Um grupo de alunos do Curso de Aplicação curte desenhar mangá, história em quadrinhos no estilo japonês.

As crianças estão ficando craques nessa técnica, como podemos comprovar com os trabalhos feitos pelo Guilherme e pela Eduarda, do 5º ano, que ilustram esta notícia.

Autor: Guilherme

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Texto de Thiago - 5º ano

Nosso planeta azul poderá continuar vivo por muito milhões de anos se nós colaborarmos não jogando lixo no chão, juntando o lixo, não jogando lixo nos rios e nos lagos nem nas ruas. Não matando os animais por diversão, porque eles correm risco de extinção. Não ficar desperdiçando folhas, porque delas vêm as árvores e sem elas nós não podemos viver.

 Thiago - 5º ano

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Entrevista com Paulo Melo


A equipe do Cultura Jovem entrevistou o ator e diretor de teatro Paulo Melo. Que esclareceu algumas de nossas dúvidas.

Repórter: Como surgiu o seu “dom” de fazer teatro?

Entrevistado: Dom de fazer teatro? Na verdade, acho que não foi bem isso. Eu não acordei e disse: vou ser ator. Comecei a fazer teatro fazendo peças no Elisa, no noturno, em 1992, com uma professora chamada Ione Prudêncio, professora de Ensino Religioso. E ela propôs que nós apresentássemos trabalhos com temas transversais, que era: meio ambiente, violência sexual, gravidez na adolescência... Através de meios diferentes, e eu com mais quatro amigos fizemos em forma de teatro. E esse grupo vingou lá dentro, ficamos mais ou menos dois anos dentro do Elisa apresentando peças, então, essas peças começaram a ser convidadas por outras escolas, pela 10° CRE, na época, eu tinha dezessete anos e naquele mesmo ano essa peça ganhou o Festival Estadual de Teatro, então a gente acabou descobrindo que tínhamos algo diferente nas mãos. Então, acabei fazendo o vestibular pra Artes Cênicas.

Repórter: Fale um pouco sobre o tempo que você estudou no Elisa.
Entrevistado: O Elisa era uma escola de muita qualidade, ter no currículo que tu estudou no Elisa era muito importante. Eu não fiz cursinho, e passei em 4° lugar no meu curso. Aliás, muitas pessoas brincam que eu passei só porque era artes cênicas, mas eram cinco por vaga. Na época, era uma escola de muito respeito e acredito que continue até hoje.

Repórter: Como você vê os novos talentos que tem surgido ultimamente?

Entrevistado: Eu acho que ainda Uruguaiana não despertou para as artes cênicas. Tem vários fatores como preconceito. Esses talentos talvez não sejam descobertos, porque eles não conhecem o que é o teatro, e se você não conhece não tem o desejo de fazer.

Repórter: Existe rivalidade entre as companhias de teatro?

Entrevistado: Eu acho que sim, porque os grupos de teatro ainda não conseguiram ter uma identidade, então, na verdade, um fica tentando copiar a identidade do outro. É uma coisa que eu tenho lutado bastante com os meus atores. Uma coisa que é muito ruim é que nós não temos uma escola teatral. Muitos que têm interesse nisso acabam indo fazer faculdade em outras cidades e não retornam, então, isso dificulta ter uma identidade teatral da cidade.

Repórter: Em sua opinião, o que é necessário para ser um bom ator?

Entrevistado: Disciplina, porque ele tem que acordar e saber que o que ele está fazendo é um trabalho como outro qualquer. E assim, como outra profissão tem horários. O ator não pode só pensar no personagem na hora do ensaio tem que ter uma rotina.

Repórter: Na vida, qual você julgaria seu melhor papel?

Entrevistado: Eu acho, que meu melhor papel é como escritor. A coisa que eu melhor sei fazer é escrever.

Repórter: O que você acha mais fácil, fazer rir ou chorar?
Entrevistado: Fazer chorar. Porque eu acredito que as pessoas escondem o que elas sentem e, quando elas vão ver o espetáculo, elas, de alguma maneira, se abrem e estão dispostas a ver o que o ator está propondo. E quando propõe o choro, o drama, a tragédia, elas se envolvem. Já o riso não, o riso o ator tem que conquistar.

Repórter: Para ser um ator de sua companhia o que você julga necessário?

Entrevistado: Vontade, muita vontade de fazer teatro. Eu sempre digo que ator são cabides de pessoas, como é que eu vou fazer outra pessoa, se eu não conheço o meu cabide. Eu digo sempre que, nos ensaios, eu sou um mediador.

Repórter: Existe realmente o famoso beijo técnico?

Entrevistado: Eu não acredito em beijo técnico. Eu acho que não existe envolvimento sentimental por parte dos atores ao fazer um beijo, mas existe o envolvimento da personagem. É a minha boca, são as minhas percepções nervosas que estão ali, só que quando não tem sentimento, essa divisão é que faz com que seja técnico.

Repórter: Tem alguém em quem você se inspira?

Entrevistado: Na vida, foi a minha professora de expressão dramática, Nair D’agostini, ela me trás essa referência como pessoa. Ter ética, ter moral, isso é importante como profissional. Ela me disse, uma vez, que não interessa quem sentar na tua frente, não interessa que pessoa estiver ali, é importante que você respeite ela.

Repórter: Uma palavra?

Entrevistado: Amor.

Repórter: Uma frase?

Entrevistado: A dor nunca passa, ela simplesmente diminui.

Repórter: Uma peça teatral?

Entrevistado: Império das meias verdades, Gerald Thomas.

Repórter: Uma pessoa?

Entrevistado: Minha mãe.

Repórter: Uma referência?

Entrevistado: Gandhi, esse desprendimento que ele dizia: “Só leve consigo aquilo que você pode carregar.” Hoje em dia, a gente quer tanta coisa, queremos sucesso, mas o que é o sucesso? Então, eu acho que isso que ele falou é pra vida inteira.

Repórter: Um conselho pra novos atores?

Entrevistado: A gente tem que mudar a maneira de pensar. Eu fiquei dirigindo o “ Eu teatro...” e eu acho que a gente conquistou vários prêmios, nos tornamos uma das melhores Companhias do RS, mas eu acho que não conseguimos enxergar que Uruguaiana precisa nos enxergar. Qualquer companhia que vier tem esse desafio, fazer com que Uruguaiana enxergue que tem teatro, que precisa de teatro, que é fundamental pra mudar o mundo. Não só teatro, mas a arte, em geral.

Taciana Machado - Turma 31 E

terça-feira, 15 de maio de 2012

Física aplicada à saúde

 
Foi entrevistado o professor Nery que leciona física ao ensino médio na Escola Elisa Ferrari Valls sobre o  conceito da física na vida. O constante peso que os alunos, ano após ano, carregam motivou o professor a desenvolver um projeto chamado Física aplicada à saúde. O projeto baseia-se em pura física como, por exemplo, o corpo humano aguenta certo peso sobre a coluna sem causar danos à saúde, o peso dos livros e cadernos supera a capacidade que os alunos têm de carregar; pensando nisso, o professor Nery criou o projeto.

1) Em que consiste o Projeto Física aplicada a saúde?

O projeto consiste na aplicação de armários no fundo das classes, armários que terão chave, cada aluno terá sua chave e seu espaço para ali armazenar seus livros e cadernos.

2) Quais são os objetivos do Projeto?

Armazenar os livros, contribuir com a saúde dos alunos, visto que existe uma porcentagem tolerável de carga humana em movimento. Utilizar o andamento escolar com desenvolvimento de habilidades matemáticas e aplicação de princípios físicos dos alunos desenvolvendo dinâmicas para auxiliar no futuro profissional.

3) Que tipo de apoio precisará para realizar o projeto?

Cooperação dos alunos e da direção são os principais apoios morais, o apoio financeiro se espera do conselho escolar que ainda tem que aprovar o projetos e auxiliar financeiramente.

4) Os armários oferecem a segurança necessária?

Nesse quesito, a segurança dos armários será a fechadura da qual cada aluno terá sua respectiva chave, a cooperação dos frequentadores das classes será de extrema necessidade, pois, pelos princípios de educação, cada um com seu armário sem mexer nos outros.

7) Haverá espaço suficiente para quê?

Para todos livros utilizados pelos alunos e um espaço a mais chamado medida de segurança que significa um adicional para um estojo e alguns cadernos.

8) A direção da escola está de acordo com o projeto?

Sim, a direção da escola demonstrou grande interesse na realização do projeto.

9) Os alunos demonstraram interesse nos armários?

Por enquanto, os alunos estão gostando e incentivando a realização, o primeiro ano do ensino médio está realmente empolgado e disposto a cooperar com o projeto.

10) O projeto já tem data para realização?

Se tudo der certo, o projeto começa a ser desenvolvido ainda este ano, aproximadamente em agosto.


Nathália Maldini e Gabriellen Zacharias


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Gincana da integração


No dia em que comemorava seus 59 anos, o Instituto Elisa Valls realizou a tão esperada e tradicional gincana para festejar seu aniversário.

Tendo iniciado no dia 4 (sexta-feira) deste mesmo mês com uma palestra com o biólogo Francisco Valls (bisneto de Elisa Valls) sobre conscientização ambiental, a gincana teve muitos momentos bons e satisfatórios.

No sábado, dia 5, houve um encontro no Clube Naval, onde os membros das equipes LOS HERMANOS, PASSIONE GALÁCTICA, PORCO ARANHA E ROOT'S, participantes da gincana e suas torcidas, juntamente com a COMISSÃO ORGANIZADORA realizaram uma coleta de lixo às margens do Rio Uruguai.

No dia 15, aniversário da escola, foram iniciadas as principais atividades da gincana;  novamente as equipes participantes e suas torcidas fizeram um belíssimo espetáculo do início ao fim.

Com seus gritos de guerras e suas bandeiras, as equipes protagonizaram um espetáculo inesquecível; tanto para quem participava como para quem foi apenas para prestigiar.

Neste dia, a escola inteira ficou voltada para a gincana.O Elisa juntou-se e fez uma belíssimo evento; em que foram realizadas pelas equipes as mais variadas e concorridas provas e atividades de pontuação.

No dia 19,  sábado, além de ceder espaço para a Ciranda dos Bairros, a escola deu continuidade às provas da gincana; mais uma vez um belo espetáculo.

Com um envolvimento contagiante e lindíssimas apresentações, as equipes deram  um verdadeiro show; nas apresentações artísticas,  envolvendo, até, as crianças do Curso de Aplicação.

Observou-se uma grande integração entre as equipes. A alegria contagiou a todos, houve momentos em que a tal “rivalidade boa” entre as equipes fora completamente deixada de lado e, todos caíram nas graças de marchinhas de carnaval e músicas que relembravam a infância.

O resultado final não saiu ainda, pois há mais uma apresentação artística a ser realizada no dia 25,  no recreio do turno da manhã, e a contagem das vendas de ingressos  para a boate (no dia 26, no Tênis Clube).
Suany Nandara - Turma 31 A

domingo, 13 de maio de 2012

Minha rua na História





Quem foi Iris Ferrari Valls?

Iris Ferrari Valls foi prefeito de Uruguaiana pela década de 50, é gaúcho de São Borja. Uma das histórias muito conhecida foi a do fechamento da Ponte de Uruguaiana por Iris Valls no cumprimento de seus deveres e defesa de seus munícipes.
Iris Valls estava despachando normalmente na prefeitura, quando alguém entrou em seu gabinete anunciando que um gendarme argentino tinha batido de chicote em uma "chibeira", porque ela trazia um quilo a mais de mercadoria; não contente com o espancamento, rasgou seus pacotes espalhando sua mercadoria no chão. 
Averiguada a veracidade do fato, foi até a casa Jaques e comprou dois rolos de arame farpado e dirigui-se à ponte. Chegando na divisa, desceu do carro e simplesmente passou o arame de um lado a outro, deixando o "General" Aymone cuidando para que ninguém se atrevesse a tirar. 
Saindo dali, foi até o QG militar (época boa em que as autoridades eram autoridades) e colocou os milicos na rua a prender todos os argentinos que estavam em Uruguaiana, ficando presos no 8º de cavalaria a pão e água.

O Perón, ao saber do ocorrido, deslocou para Libres sua famosa divisão de Panzer's e para lá também se dirigiu, mandando chamar Iris Valls para saber dos acontecimentos. 
Ele mandou dizer ao Perón que atendia na prefeitura municipal em horário comercial. 
Perón, não acostumado a ser contratriado, avisou Getúlio Vargas que invadiria para "resgatar seus compatriotas". 
O Getúlio, muito amigo do pai e o conhecendo, tocou para Uruguaiana e o convenceu, a muito custo, a encontrar-se com o Perón no meio da ponte. Ali se encontraram os 3 às 11h  de um dia quente e ficaram conversando até às 15h.

Dessa reunião, foram tiradas algumas decisões:

1º - Que o gendarme que chicoteou a "chibeira" era entregue imediatamente à justiça brasileira para por ela ser julgado, e o foi.

2º - Uma carta de próprio punho do Perón autorizando a Prefeitura municipal de Uruguaiana a passar na ponte o que fosse necessário para seu abastecimento.

3º - O gendarme foi trocado no meio da ponte pelos 36 argentinos presos em Uruguaiana no mesmo dia.

4º - Perón veio a Uruguaiana para acertar alguns detalhes e posou para foto na prefeitura municipal.

5º - Pela coragem de defender seus munícipes, Iris Valls ganhou do Perón a espada de San Martin e o cargo de general na Argentina com seus respectivos vencimentos. Ele aceitou a espada, mas recusou o cargo e os vencimentos, aludindo que quem servia a duas bandeiras não servia a nenhuma. Ficaram amigos, se correspondiam e visitavam.

Íris Valls era muito amigo de Getulio Vargas e, de tão amigo, colocou o nome de seu filho Getuliovargas tudo junto “ Getuliovargas Gonsales Valls.

Iris Valls tinha 3 irmãos - Mario Valls, Raul Valls e Carlos Valls - eles eram meio divididos de 2. Existia naquela época a direita e esquerda. Direita era para quem tinha classe social mais alta e esquerda para quem tinha classe social mais baixa. Mario e Raul Valls eram pela direita e Iris e Carlos para a esquerda.

Iris Ferrari Valls é filho de Elisa Ferrari Valls.

Essa pesquisa foi realizada pela aluna Mariangélica Xavier Pereira, da turma 11G, sob orientação do professor Fernando Falcão, nas aulas de História.
A fonte da pesquisa de  Mariangélica foi o senhor Derli Roque.


sábado, 12 de maio de 2012

Na cesta


O time que foi três vezes vice-campeão do estado. Há oito anos que vence o JIMP e que atualmente é o 1º colocado entre as treze equipes que disputam os campeonatos abertos das modalidades de Uruguaiana.

Esse é o time de Basquetebol do Instituto Estadual de Educação Elisa Ferrari Valls.

E o “CJ” foi conversar um pouco com os integrantes desse time composto por treze estudantes da escola.

Os meninos enxergam o basquete como oportunidade de conhecer lugares, de fazer amigos, escolheram o basquete, pois foi a modalidade com que eles mais se identificaram e se enquadraram.

Treinam duas vezes na semana, com muita dedicação, disciplina, empenho, vontade, e responsabilidade, segundo eles, é isso que faz um bom jogador.

A segunda família, a união, o grupo, isso é time para eles. 
Perder significa que há algo para melhorar, pois afinal como eles disseram “somos uma família, ajudando uns aos outros, assim é que se aprende, claro que há brigas, mas é normal.”

Para vencer um jogo é preciso  garra,  raça, e  muito foco. Levar o nome da escola é muito gratificante e é uma responsabilidade enorme dar continuação ao trabalho dos que já passaram por esse time e fizeram história, é uma tradição.

O momento que mais os marcou foi o estadual ano passado (2011), pois eles perderam na final.

O relacionamento com o professor, segundo eles, é muito bom, de pai e filho, há “discussões”, mas eles sabem que é necessário para o aprendizado deles.

Os veteranos recebem os novatos de “braços abertos com direito a batizado.”

A maioria deles já foi para o JERGS, os que mais se destacam na Educação Física são escolhidos para o time, e assim são selecionados para o JERGS. Para disputar esse grande campeonato, eles treinam muito.

Gostariam de melhorias nos recursos que a escola disponibiliza, mas  sabem que a verba é pouca, por isso  utilizam o que há disponível.

“Empenhe-se sempre, não importam as pedras que houver no caminho, jamais desista de seus sonhos. Foco, Força e fé” (Time de basquetebol).

Componentes da equipe: Antônio Augusto, Arthur Brasil, Eduardo Luciano, Willian Matheus, Luiz Valdeir, Vinícius Fontoura, Jhordan Diones, Marthyn Pereyra, Ramão Vitor, Ricardo Dorneles, José Chavasco, William Delamaria e Matheus Garcia.

Veteranos: Eduardo Nogueira e Leandro Bassualdo. 

Laísa Martins e Clarissa Quadros Oliveira - Turma 31 A