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domingo, 29 de julho de 2012

Primeiro Sarau do Elisa

(Aqui há mais fotos do sarau!)

Não desenvolvemos gosto e paixão por alguma coisa sem conhecê-la, por isso, um grupo de professoras do Elisa planejou fazer um Sarau na escola, pois há dois séculos esta forma de expressão artística já era usada para recitação de textos em verso e prosa, apresentação de concertos musicais, serestas, cantos e apresentações solo, danças, pintura e teatro em apresentações aos nobres e a reis e ainda hoje é uma maneira de alegre e envolvente de se expressar.

Utilizando-se do tema AMOR, embalados pelo clima do dia dos namorados, dia 14 de junho, no Salão de Atos da escola, às 20h, aconteceu 1º Sarau do Elisa e envolveu as turmas do noturno e do Curso Normal da escola.

Inicialmente pensou-se em fazer somente um Sarau Literário, mas a expectativa foi superada e fomos surpreendidas pelos alunos que fizeram apresentações de música, também.

Alguns textos recitados pelos alunos são de autores consagrados como Vinicius de Moraes, Mário Quintana, Cecília Meireles e Rubem Braga, mas uma poesia do Jéferson Messa de Barros, aluno do 2º ano noturno, também foi citada e aprovada pela plateia. Além disso, nomes como Raul Seixas, Racionais MC'S, Armandinho e Juanes se fizeram presentes e contribuíram para a animação dos presentes.

Direção, professores e aproximadamente 200 alunos prestigiaram o evento, confirmando o sucesso previsto. Tanto agradou que na última semana de setembro acontecerá o 2º Sarau do Elisa, tendo como tema a Semana Farroupilha.

Rosane Gelati - Professora de Língua Portuguesa
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Texto publicado originalmente no Elisa em rede.

sábado, 28 de julho de 2012

Cia. Era uma Vez... muitas histórias


(Cia. Era uma vez... na Feira do Livro de Uruguaiana, em 2011.)

No ano de 2010, eu, Suely, Laura e Érica estávamos com uma ideia de montar um grupo teatral.

Mas com a falta de tempo acabamos deixando, deixando...

No ano de 2011, voltamos a falar desse projeto, mas nunca tínhamos a oportunidade de nos reunir. Foi quando surgiu o convite para fazer uma hora do conto na Escola de Educação Infantil Espaço Mágico.

E por esse acaso surgiu a Cia. Era Uma Vez...

Que tem como objetivo incentivar a leitura, trazer diversão, encantamento, criatividade, e espalhar o mundo mágico da literatura pela cidade.

A Cia. tem como componentes: Dallal Hijazin,  Laísa Martins,  Sabrina Dorneles, Clarissa Quadros, Luiz Martins, Débora - alunos do Curso Normal e a "profe" Suely.

A nossa 1° apresentação foi dia 18/11/2011 na Escola de Educação Infantil Espaço Mágico, e realmente foi mágico!!

Como a escola já estava com o projeto sobre a água ("As águas vão rolar"), escolhemos a história de Gianni Rodari, O homem da chuva.
Depois vieram O jogo da parlenda, a Velha a fiar, Uma história de Páscoa,  Soneto de fidelidade e Eu sei que vou te amar (participação no Primeiro Sarau do Elisa), A Bruxa Salomé (no II Seminário Pedagógico da Unopar - pólo de Uruguaiana), A canção óbvia (no Seminário de Formação de Professores do Elisa, em julho de 2012).

A seguir, o vídeo da participação da Cia. no Sarau:



Laísa Martins - turma 31 A

sexta-feira, 20 de julho de 2012

As artes


Como podemos falar de assunto tão presente em nosso dia-a-dia? As artes.

Elas são inúmeras, e são representadas pela sociedade todos os dias de diferentes formas. Essas demonstrações estão nas ruas, nas nossas televisões, nos nossos celulares, em redes sociais, enfim, em tudo que está ligado à comunicação, pois a arte é uma grande forma de comunicação.

A arte é um bem do mundo e dos seres humanos, um bem maravilhoso e bastante abrangente. Existem tantas formas de arte, quantas formas de se expressar e emocionar.

Todos podemos ser artistas, basta querermos. Então, é natural que em nossa escola, as artes estejam tão presentes quanto em outro lugar qualquer. Aqui, tão perto de nós, vemos nossos colegas e amigos, sonhando, emocionando, se comunicando, mostrando do que são capazes. Vemos os jovens, cantando, tocando, dançando, declamando, atuando, pintando, desenhando, escrevendo e tudo isso feito com sonhos, sim, esses jovens são puro sonhos, nos fazem acreditar em um mundo melhor, nos fazem lembrar por que devemos amar a vida.

Não é à toa que no início das civilizações as artes eram relacionadas à magia, o que seria hoje uma metáfora, já que podemos chamar todo o tipo de arte executada de mágica. Somente a magia explicaria como podemos nos alegrar ao ouvir uma canção de nosso agrado, ou como podemos viajar a outro mundo quando lemos um livro e também como podemos inventar o que quisermos com apenas um lápis na mão.

A arte, os sonhos, a magia são coisas que somente nós, humanos, podemos sentir e inventar. Temos o privilégio de emocionar e nos permitir sermos emocionados. Não devemos nunca esquecer o bem que temos em nossas mãos, em nosso alcance. 

Lúcia Kariane Rios

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Entrevista: Cristiano Severo



Nome Completo: Cristiano de Castro Severo

Idade: 17

Turma: 31 F

Qual o gênero musical que você canta ou toca? Estou procurando tocar de tudo, mas me considero muito fechado ao rock, agora o que eu costumo tocar e cantar se volta a um gênero mais rápido com letras grudentas (Carbona, The Queers) Punk Rock Bubblegum.

Há quantos anos canta ou toca? Mais ou menos uns quatro anos.

Em quem se inspirou para começar a cantar ou tocar? Várias bandas, sem falar em dois amigos - Henrique e Miquelli. Henrique tinha uma banda quando eu era mais novo "Sr. Wilson", posteriormente mudou o nome para "Motor Mouse”. Os dois sempre me incentivando, Miquelli é um dos melhores profissionais da área e foi por um bom tempo meu professor, agora os dois têm duas bandas juntos, "Contraband" e "Embalare".

Quais motivos levaram você a ter preferência por esse estilo? Identificação, o Rock desde sempre esteve presente na minha vida por influencia da minha mãe e de meu pai; cresci ouvindo e com o passar dos anos só me voltei para algo que eu me identifiquei mais, mas dentro desse meio escuto de tudo.

Pertence a alguma banda? Tenho meu projeto, The Gloop de Punk Rock Bubblegum, e participo de outras três bandas; uma de punk rock, outra de Hard Core e a terceira voltada em rock gaúcho, as três estão em adaptação e entrosamento, porém em breve colherei frutos.

Como você é tratado pela sociedade por ser ou agir de acordo com a sua visão social ou do grupo pertencente? Tem, sim, um certo preconceito, pelo visual, pois foge do comum, acho algo absurdo, não é por como as pessoas andam ou se vestem que vai interferir na capacidade ou mentalidade. Pois bem, não vou fugir “mais ainda da pergunta”, voltando, eu não me incomodo com o que os outros pensam, também não me considero dentro de um grupo.

Pretende seguir com a carreira? Não sei, seria algo muito bom, mas teria que me esforçar muito, porém pretendo continuar tocando, pois é algo que gosto.

Uma música de que você mais gosta? (risos) É algo muito difícil UMA, mas vou tentar, "Piano Bar",  dos Engenheiros do Hawaii considero uma boa, muito boa, escolhi uma do Engenheiros por ser uma banda completa.

Neste link, tem um vídeo do Cristiano!


Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F



Entrevista: Guilherme Brongare


Nome: Guilherme Brongare

Turma: 31 H

Qual o gênero musical que você canta ou toca? Pagode.

Em quem se inspirou para começar a cantar ou tocar? Achei legal e me interessei pelo ritmo e comecei a tocar porque eu gosto.­­

Quais motivos levaram você a ter preferência por esse estilo? Foi passando pela geração da minha família que gosta muito de samba, e ai eu comecei a gostar e a tocar.

Pertence a alguma banda? Sim, o nome do grupo é "Pura Emoção".

Como você é tratado em meio a sociedade por ser ou agir perante a sua visão social ou grupo pertencente? Sou tratado normalmente, sem preconceitos e tem gente que admira muito o que eu faço.

Pretende seguir com a carreira? Não, pois tenho o prazer de tocar só por passatempo mesmo.

Uma música de que você mais gosta? "24 horas",  do Exaltasamba.

Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F

Entrevista: Letícia da Silva



Nome completo: Letícia Pinheiro Vieira da Silva

Idade: 16

Turma: 21 A

Qual o gênero musical que você canta ou toca? Sertanejo, pagode e rock.

Há quantos anos canta ou toca? Comecei a tocar há mais ou menos 1 ano.

Quais motivos levaram você a ter preferência por esse estilo? Meu pai tocava, então, eu ouvia e gostava e quis aprender; então, considero um passatempo, não um estilo.

Como você é tratada pela sociedade por  tocar vários ritmos? Sou tratada normalmente, muitas pessoas acham legal.

Pretende seguir com a carreira? Não, encaro como um passatempo mesmo, toco quando estou entre amigos, em casa.

Uma música de que você mais gosta? Pitty - "Na sua estante".

Pertence a alguma banda? Não.


Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F

Entrevista: Niviane Santana



Nome: Niviane Rios Santana

Idade: 17 anos

Turma: 31F

Qual tipo de dança você pratica? Danças tradicionalistas.

Você pertence a algum grupo? Sim.

O que a dança proporciona a você? Muito envolvimento, emoção, paixão pela dança.

Em quem se inspirou para começar a dançar? Eu mesma, pois, no fundo, eu precisava de algo que me motivasse, queria algo diferente.

Pretende seguir praticando o ato de dançar? Com certeza, pois dançar é uma arte, e sempre é tempo de aprender!

Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F




Entrevista: Bruno Prettz




Nome: Bruno Prettz

Turma: 31

O que desenhar representa para você? Passatempo, sabe, desenho nas horas em que não faço nada, estou livre.

Em que se inspirou pra começar a desenhar? Fico um bom tempo vendo tirinhas, tento fazer algo parecido com o que eu vejo, memes, por exemplo. SÉRIO, SOU MUITO PICASSO.

Pretende seguir com essa carreira? Não penso nisso, só faço esses desenhos quase abstratos por diversão mesmo.


Gustavo Brum, Ingrid Nunes e Leonardo Lemes - Turma 31 F



terça-feira, 29 de maio de 2012

Especial: animes mangás (parte 1)

Anime Mangá nada mais é do que desenho em quadrinhos, o nosso mais conhecido “gibi”.

O Anime Mangá é originário do Japão, onde se concentra a maior indústria de mangás.

O Mangá é extremamente reconhecido no Oriente Médio.

Os Animes surgem através dos Mangás.

Os desenhistas de Mangás, são chamados de Mangakás.

E existem várias classificações de Mangás, algumas delas são: SHOUNEN (Mangá masculino, feito para meninos, com ação), HENTAI (Mangá adulto, só é vendido para maiores de 18 anos), OTOMEN (Mangá feminino, feito para garotinhas), dentre várias outras classificações dadas ao Mangá.

Curiosidades sobre Animes Mangás:

- O livro de Mangá é lido de trás para frente, sempre da direita para a esquerda. Veja a simulação de leitura na foto abaixo:
 
 



Esses Animes Mangás saem em volumes que contém vários capítulos.


Os Animes Mangás são caracterizados pelos olhos grandes, que expressam o sentimento que o mangaká quer passar para o seu leitor.

O Mangá não é pintado, a não ser que esse mangá vire um Anime (desenho) e se caracteriza, também, por seus traços feitos a lápis.
Érika Rebés - turma 31 B


domingo, 20 de maio de 2012

Pata de Elefante em Uruguaiana

 
Em comemoração aos seus dez anos de trajetória, a banda Pata de Elefante realizou uma turnê por quatro cidades do RS. No dia 29/04/2012 tocou em Uruguaiana, no Clube Comercial.

Na entrevista realizada com os integrantes da banda, deixaram explícito o prazer que tiveram em tocar aqui e nós o prazer e a vontade de que voltem e realizem mais shows como este.




Cih Araújo e Jéssica Luene- Turma 31 E

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Entrevista com Paulo Melo


A equipe do Cultura Jovem entrevistou o ator e diretor de teatro Paulo Melo. Que esclareceu algumas de nossas dúvidas.

Repórter: Como surgiu o seu “dom” de fazer teatro?

Entrevistado: Dom de fazer teatro? Na verdade, acho que não foi bem isso. Eu não acordei e disse: vou ser ator. Comecei a fazer teatro fazendo peças no Elisa, no noturno, em 1992, com uma professora chamada Ione Prudêncio, professora de Ensino Religioso. E ela propôs que nós apresentássemos trabalhos com temas transversais, que era: meio ambiente, violência sexual, gravidez na adolescência... Através de meios diferentes, e eu com mais quatro amigos fizemos em forma de teatro. E esse grupo vingou lá dentro, ficamos mais ou menos dois anos dentro do Elisa apresentando peças, então, essas peças começaram a ser convidadas por outras escolas, pela 10° CRE, na época, eu tinha dezessete anos e naquele mesmo ano essa peça ganhou o Festival Estadual de Teatro, então a gente acabou descobrindo que tínhamos algo diferente nas mãos. Então, acabei fazendo o vestibular pra Artes Cênicas.

Repórter: Fale um pouco sobre o tempo que você estudou no Elisa.
Entrevistado: O Elisa era uma escola de muita qualidade, ter no currículo que tu estudou no Elisa era muito importante. Eu não fiz cursinho, e passei em 4° lugar no meu curso. Aliás, muitas pessoas brincam que eu passei só porque era artes cênicas, mas eram cinco por vaga. Na época, era uma escola de muito respeito e acredito que continue até hoje.

Repórter: Como você vê os novos talentos que tem surgido ultimamente?

Entrevistado: Eu acho que ainda Uruguaiana não despertou para as artes cênicas. Tem vários fatores como preconceito. Esses talentos talvez não sejam descobertos, porque eles não conhecem o que é o teatro, e se você não conhece não tem o desejo de fazer.

Repórter: Existe rivalidade entre as companhias de teatro?

Entrevistado: Eu acho que sim, porque os grupos de teatro ainda não conseguiram ter uma identidade, então, na verdade, um fica tentando copiar a identidade do outro. É uma coisa que eu tenho lutado bastante com os meus atores. Uma coisa que é muito ruim é que nós não temos uma escola teatral. Muitos que têm interesse nisso acabam indo fazer faculdade em outras cidades e não retornam, então, isso dificulta ter uma identidade teatral da cidade.

Repórter: Em sua opinião, o que é necessário para ser um bom ator?

Entrevistado: Disciplina, porque ele tem que acordar e saber que o que ele está fazendo é um trabalho como outro qualquer. E assim, como outra profissão tem horários. O ator não pode só pensar no personagem na hora do ensaio tem que ter uma rotina.

Repórter: Na vida, qual você julgaria seu melhor papel?

Entrevistado: Eu acho, que meu melhor papel é como escritor. A coisa que eu melhor sei fazer é escrever.

Repórter: O que você acha mais fácil, fazer rir ou chorar?
Entrevistado: Fazer chorar. Porque eu acredito que as pessoas escondem o que elas sentem e, quando elas vão ver o espetáculo, elas, de alguma maneira, se abrem e estão dispostas a ver o que o ator está propondo. E quando propõe o choro, o drama, a tragédia, elas se envolvem. Já o riso não, o riso o ator tem que conquistar.

Repórter: Para ser um ator de sua companhia o que você julga necessário?

Entrevistado: Vontade, muita vontade de fazer teatro. Eu sempre digo que ator são cabides de pessoas, como é que eu vou fazer outra pessoa, se eu não conheço o meu cabide. Eu digo sempre que, nos ensaios, eu sou um mediador.

Repórter: Existe realmente o famoso beijo técnico?

Entrevistado: Eu não acredito em beijo técnico. Eu acho que não existe envolvimento sentimental por parte dos atores ao fazer um beijo, mas existe o envolvimento da personagem. É a minha boca, são as minhas percepções nervosas que estão ali, só que quando não tem sentimento, essa divisão é que faz com que seja técnico.

Repórter: Tem alguém em quem você se inspira?

Entrevistado: Na vida, foi a minha professora de expressão dramática, Nair D’agostini, ela me trás essa referência como pessoa. Ter ética, ter moral, isso é importante como profissional. Ela me disse, uma vez, que não interessa quem sentar na tua frente, não interessa que pessoa estiver ali, é importante que você respeite ela.

Repórter: Uma palavra?

Entrevistado: Amor.

Repórter: Uma frase?

Entrevistado: A dor nunca passa, ela simplesmente diminui.

Repórter: Uma peça teatral?

Entrevistado: Império das meias verdades, Gerald Thomas.

Repórter: Uma pessoa?

Entrevistado: Minha mãe.

Repórter: Uma referência?

Entrevistado: Gandhi, esse desprendimento que ele dizia: “Só leve consigo aquilo que você pode carregar.” Hoje em dia, a gente quer tanta coisa, queremos sucesso, mas o que é o sucesso? Então, eu acho que isso que ele falou é pra vida inteira.

Repórter: Um conselho pra novos atores?

Entrevistado: A gente tem que mudar a maneira de pensar. Eu fiquei dirigindo o “ Eu teatro...” e eu acho que a gente conquistou vários prêmios, nos tornamos uma das melhores Companhias do RS, mas eu acho que não conseguimos enxergar que Uruguaiana precisa nos enxergar. Qualquer companhia que vier tem esse desafio, fazer com que Uruguaiana enxergue que tem teatro, que precisa de teatro, que é fundamental pra mudar o mundo. Não só teatro, mas a arte, em geral.

Taciana Machado - Turma 31 E

sexta-feira, 27 de abril de 2012

TeNenTe Cascavel em Uruguaiana

No dia 20/04, houve o show da banda TeNenTe Cascavel, no clube Armazém 42, em comemoração aos 38 anos da RBS TV.

A festa foi celebrada com o show dessa ilustre banda de rock gaúcho que contagiou o público cantando seus maiores sucessos, e não deixou a desejar.

Uruguaiana está, cada vez mais, trazendo grandes bandas em grandes eventos, os gaúchos agradecem.



Cih Araújo