segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Educação e esporte


(Clica aqui para saber mais sobre a charge e o autor.)

Passadas as Olímpiadas de Londres-2012, uma dúvida ficou na cabeça de muitos brasileiros, assim como na minha: Porque que o Brasil, um país tão grande, ficou apenas na 22ª colocação no quadro geral de medalhas das Olímpiadas, atrás de países pequenos como o Cazaquistão e Cuba?

A resposta é simples, o esporte anda lado a lado com a educação, e no caso do Brasil, onde a educação é deixada de lado pelo governo, dificilmente irão ser formados bons atletas com disciplina suficiente para alcançar ótimos resultados.

Então só tenho a concluir que, para que o Brasil possa se tornar uma potência olímpica, caberá ao governo abrir os olhos para o futuro e começar a investir mais em educação, para que, mais adiante, surjam novos atletas que mostrem ao mundo a verdadeira grandeza de nossa nação.

Alex Tellechea - turma 31 D

domingo, 9 de setembro de 2012

Podemos e devemos fazer a nossa parte



Me chamo Fernanda Falcão de Souza, tenho 16 anos. Faço parte do Instituto Estadual de Educação Elisa Ferrari Valls e ingressei no Curso Normal no ano de 2010. Fui sorteada pelo PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) para compor uma lista de estudantes que fariam cursos técnicos como: Técnico em Informática, Técnico em Administração e Técnico em Comércio Exterior no SENAC Uruguaiana.

Comecei o curso em Tecnólogo em Comércio Exterior em maio deste ano, e estou ampliando meus conhecimentos para este tipo de profissão que está cada vez mais se expandindo no mercado de trabalho.

Existem diversos componentes curriculares no curso, e um deles é Segurança Ambiental. Neste, foi nos dado um trabalho com o seguinte tema: “A questão do lixo, sua geração e depósito final”.

Meu grupo formado por: Allan Douglas Lima, Ivan Marengo, Jéssica Kunst, Juan Pedro Guarachi, Kételim da Silva e Matheus Fecke interessou-se em aprofundar mais este assunto. Então, pesquisamos dados mais detalhados sobre a nossa cidade referente a este assunto.

Nosso trabalho foi desenvolvido em três semanas e, dentro destas, buscamos falar com a Secretária do Meio Ambiente, Sr.ª Marília Celestino Alves, para compreender e possuir mais informações sobre o tratamento do lixo em Uruguaiana. Os dados foram muito assustadores, que além de irmos ao Lixão da nossa cidade, procuramos ir aos locais onde uma parte do lixo é transferido para ser reciclado.

Nessas buscas por mais relatos e dados, conhecemos a Associação CEANE (Centro de Educação Ambiental Nova Esperança). Nesse local, o lixo é separado e reciclado, a renda é destinada às famílias carentes que trabalham no local. Além de amparar estas famílias, a Associação faz trabalhos de reforço escolar para as crianças que moram no bairro, tirando-as das ruas. Eles contam também com a ajuda da Campanha “Crack Nem Pensar”, lançado pelo Grupo RBS.

Decidimos produzir um vídeo para mostrar esta realidade. Que não só nossa cidade é vítima, mas, sim, todo o nosso país.



Vale a pena ressaltar, a imprescindível importância de projetos como estes em nossa cidade que acolham as crianças e as famílias carentes. Transmitindo-lhes  a certeza de um futuro melhor, de uma profissão mais digna, formando cidadãos mais conscientes e, principalmente, expandindo e repassando ações sustentáveis para ajudar nosso meio ambiente que está sendo cada vez mais degradado.

 Fernanda Falcão - Turma 31 B

sábado, 8 de setembro de 2012

Sete de Setembro no Uruguai





Aproveitando o "feriadão" do 7 de Setembro fui a Salto, Uruguai, mas, nem por isso, deixei de comemorar a nossa independência. 

No dia 7, fui convidado a participar de uma celebração da nossa independência e acabei me deparando com um centro de estudos da cultura brasileira, onde são cultivados costumes, idioma, folclore e geografia.

O curso tem 60 alunos regulares e mais de 240 já formados, pode-se dizer que são amantes do nosso país.

Durante a celebração, tivemos a execução e explicação do hino nacional, um bate-papo sobre a nossa história, quando pude contribuir com alguns conhecimentos, ainda foram servidos caipirinha, guaraná e um bolo para celebrar.

Com isso, me veio um pensamento: será que comemoramos a nossa independência corretamente?

Gian Matteo Sambucetti - turma 31 C

Sustentabilidade: um tema a ser discutido!

Hoje em dia, com as várias inovações na tecnologia, a sustentabilidade ganha seu papel crucial na vida de cada pessoa, embora, que não esteja sendo dada a devida importância a este tema por muitas delas. 

Muitas pessoas falam que a sustentabilidade é perda de tempo, pois a natureza tem a capacidade de renovar-se naturalmente. Realmente, a natureza tem a capacidade de renovar-se, o problema é que ela tem uma capacidade X de renovar-se (acesse este link), e as pessoas estão excedendo esta capacidade. 

Segundo as conclusões do relatório Planeta Vivo 2010* apontam que, se o mundo mantiver seu modelo atual de consumo e degradação ambiental, os recursos naturais entrarão em colapso em menos de 3 décadas, quando a demanda por eles será o dobro do que a terra pode oferecer. Além do consumo excessivo dos recursos naturais, a rapidez desse processo elimina a possibilidade dos recursos serem repostos em quantidades adequadas, colocando em risco a vida no planeta. 

Por isto a sustentabilidade é muito importante, e fundamental para que o planeta realize perfeitamente seu ciclo, sem ser interrompido.






Vinicios C. Tomazetti - Turma 11C


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Como ser uma pessoa sustentável?


Primeiro passo: é selecionar corretamente o lixo, isto é muito simples, separe o lixo orgânico (cascas de frutas, restos de alimentos etc.) do lixo seco (sacolas, embalagens, garrafas pets etc.) lembrando que materiais eletrônicos (pilhas, baterias, lâmpadas, carregadores, celulares, computadores etc.) deverão ser descartados em pontos de coleta especiais para este tipo de lixo;

Segundo passo: economizar ao máximo a água (a água não vai acabar, mas a qualidade dela já está acabando, e se gasta muito para tratar essa água) e a energia elétrica (quando se fala em economizar energia elétrica, é o mesmo que economizar recursos naturais);

Terceiro passo: plante pelo menos uma árvore, qualquer arvore (ela ajudará muito o planeta).

Quarto passo: devemos procurar recusar aquilo que não vamos utilizar (como folhetos de propaganda, que nos induzem a adquirir) e também produtos, alimentos, que tenham sua embalagem formada por material sintético (isopor, plástico etc.);

Quinto passo: busque ter cada vez, mas interação com a natureza;

Siga estes cinco passos básicos, torne-se uma pessoa mais sustentável e sinta a grande diferença em sua vida.

A natureza agradece!







Vinicios C. Tomazetti - Turma 11C


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O dia do estudante



A origem desta data é mais antiga do que nós imaginamos. No dia 11 de agosto de 1827 D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham que ir a Coimbra, em Portugal, onde existia a faculdade mais próxima.
Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas tinham apenas 40 alunos. De lá para cà, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada a USP em 1934.

Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes, assim que nasceu o dia do estudante, em 1927 (Wikipédia).

Como podemos perceber esta data é bem antiga, apesar disso, a sociedade está sempre em constante mudança. 
Na época em que foi criada, as pessoas encaravam o estudo com mais seriedade. Não ficavam satisfeitas com o conhecimento que tinham, estavam sempre querendo aprender mais. 
Não é o que acontece hoje, com algumas exceções, muitos desperdiçam o tempo de escola, cursos e tudo mais que envolva estudos. Até mesmo o estilo dos estudantes mudou bastante no decorrer do tempo.

Já diz o ditado: sem estudo não se alcança nada. Portanto estou convencida de que só alcançamos o sucesso com muito estudo, porque, ao contrário do que muitos pensam, milagres para esse tipo de coisa não existe.

Isadora Paiva Espinosa - Turma 31 F

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Equipe da edição nº 4 do CJ




Em pé, a partir da esquerda: Eduardo, Guilherme, Alex, Fernando, Mateus, Gian Matteo, Michael

Sentadas, a partir da esquerdaLaura, Maria Eduarda, Lizandra, Suely, Laísa, Suany, Isadora e Caroline


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Tributos e tribunos



Há cerca de seis mil anos inventaram os impostos. Era um pagamento compulsório em forma de trabalho ou produtos. Foi no antigo Egito, e na Mesopotâmia (atual Iraque). Numa região de clima árido, a sobrevivência só seria possível graças aos recursos hídricos do Nilo, Tigre e Eufrates, rios caudalosos que irrigavam a agricultura às margens dos mesmos. Como organizar e arregimentar trabalhadores em obras de interesse público sem que houvesse contestação? Simples, “deus” ordena e o povo trabalha. Assim surgiu a teocracia, mistura de política e religião (“deus” vivo e governante). Os impostos nasceram juntos.

Em outro tempo histórico, na idade média na Europa ocidental surgiram outros tipos de impostos. As injustiças de lá para cá se acentuaram. Muitos pagavam e poucos usufruíam. A sociedade estava dividida em oratores, bellatores e laboratores. O clero rezava, os nobres (guerreiros) protegiam e os campesinos (servos) trabalhavam para sustentar todos. Houve sempre uma justificativa ideológica para respaldar as injustiças tributárias, neste caso a ideologia era clericalizada, novamente Deus ordenava. Nesse caso um Deus (judaico cristão ocidental) com letra maiúscula.

Avançando no tempo, surgiram os Estados nacionais, agruparam-se em alguns territórios com limites de fronteiras, grupos linguísticos, étnicos e com passado histórico comuns. Para proteger o território, o exército, para trabalhar na burocracia do Estado, os funcionários da administração. Como pagar os salários? Simples, era só cobrar impostos. Na França de 1789, o clero e a nobreza (um milhão de pessoas) não pagavam impostos enquanto que o restante da população pagava. Só podia dar no que deu: a Revolução Francesa.

Essa viagem no tempo nos faz refletir sobre as injustiças tributárias ao longo da história, e em especial, no nosso tempo histórico. Temos uma das maiores cargas tributárias do mundo e a contrapartida do Estado, são serviços públicos de péssima qualidade.

É impossível administrar um Estado, seja ele uma unidade da federação ou Estado federativo sem que haja arrecadação de impostos. O problema é o Estado deficitário, que gasta mais do que arrecada, ou pior, que gasta mal. Em época de eleição todos os postulantes a cargos eletivos têm a solução para todos os problemas, ou os mais urgentes que são: segurança, saúde e educação, não necessariamente nessa ordem. Os tribunos da plebe têm receitas prontas, programas eficazes, mas na hora que assumem os cargos para os quais são mandatários, mudam o discurso. Alguns usam do maniqueísmo para justificar o injustificável, ou seja, nos outros partidos, isso ou aquilo é um escândalo, mas quando o “nosso” partido está no poder, a mesma justificativa usada pelos outros agora nos serve. A coerência é só um detalhe.

O que mais me incomoda é saber que o nosso povo virou público. Assiste de braços cruzados a usurpação explicita do bem público.

Às revoluções históricas do mundo contemporâneo foram desencadeadas por uma burguesia indignada. O que falta para o nosso tempo histórico é uma revolução das massas, não uma revolução proletária aos moldes da bolchevique, mas uma revolução de mudança radical mesmo, contra as injustiças sociais contra a corrupção, contra a sonegação de impostos por grandes empresas com a anuência do poder público, e por último, uma reação contra algumas autoridades judiciárias que não se fazem respeitar por algumas autoridades do poder executivo que não cumprem a lei.

Somos “cidadãos” de um tempo histórico especial, vivemos num Estado democrático e de direito. Está na hora de exercermos a cidadania.

Fernando Falcão Pereira Filho - Professor de história




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Elisa, no RS e Aluízio, em RO: altas conexões


(Direto de Rolim de Moura: Neura Manzini, Hannah Keyty e Juliana Seabra Laudares)

Está acontecendo algo nunca acontecido antes!

É algo inovador, surpreendente, e que, com toda certeza, trará grandes benefícios aos estudantes e professores.

Como todos sabemos, o CJ é um projeto idealizado pelo professor Fernando, que precisou de uma ajudinha especial da professora Suely, que com um empurrãozinho e com seus conhecimentos, que ela diz serem básicos, transformaram este projeto em realidade.

Vieram os alunos. Foi formada a equipe do Cultura Jovem.

Então ficou assim: Suely, Fernando e seus alunos. Pessoas cheias de vontades que colocaram em prática o Jornal do Elisa.

É muito bom participar dessa equipe!! Equipe essa que já virou uma família e que, agora, está aumentando!

Está acontecendo uma integração. Nós, da equipe do Cultura Jovem, estamos interagindo com o pessoal de Rondônia. Lá há uma professora muito bacana, a Juliana, que possui ideias muito audaciosas como as da professora Suely.

Eis que em uma de suas viagens pela net, elas se encontraram e foi um troca-troca de ideias; o que acabou resultando em uma conexão de Norte a Sul; pois nós, aqui em Uruguaiana, e ela e seus alunos lá em Rolim de Moura estamos realizando um Intercâmbio Jornalístico para trocarmos e compartilharmos ideias e, também, para nos conhecermos e consolidarmos novos laços de amizade.

Está sendo uma experiência muito boa, pois nós aqui e eles lá, de uma lado e outro do país, poder trocar ideias, conversar, nos conhecermos, um ensinar o que sabe para outro; tudo graças a net, que nós jovens amamos tanto, e também as nossas professoras muito maluquinhas que nos proporcionaram este encontro.

Vai ser, com certeza, uma experiência significativa para tod@s nós!

E que venham períodos de muito aprendizado, troca de ideias, e de muita dedicação, compromisso e responsabilidade da parte de tod@s!
Suany Nandara - Turma 31 A

terça-feira, 31 de julho de 2012

Do livro ao filme, do filme à realidade


(Foto de Fernanda Bagesteiro - turma 31 B)

"Uma professora muito maluquinha", título de um livro de Ziraldo que rendeu muitos elogios e que virou filme; tendo Paola Oliveira como principal personagem da história, isto é, a tão amada professora "Cati", como assim era chamada por seus alunos.

Seu amor e dedicação pelas crianças eram tão grandes, que seus alunos não queriam deixar suas aulas. Nelas, eles viajavam por lugares ainda desconhecidos, porém sem sair do lugar, brincavam, riam, imaginam, se divertiam e, principalmente, tinham o prazer de estar ali e amavam aquela professora acima de tudo; professora esta que eles diziam ser a melhor do mundo.

Eu, felizmente, tive a oportunidade de ler o livro e olhar o filme; foi a partir daí que tirei minhas conclusões a respeito e que hoje estou escrevendo este texto.

Nós, alunas do Curso Normal, estavámos realizando uma prática de ensino com as crianças do Curso de Aplicação aqui de nossa escola; cada semana observamos uma turma diferente e interagíamos com os alunos sendo as professoras auxíliares.

Em uma dessas semanas, tive a oportunidade de conviver com a turminha do 1º ano. Foi maravilhosa a interação e melhor ainda foi o carinho que recebi deles.

Na semana em que estive nessa turma, lembrava quase que diariamente do filme e do livro de Ziraldo; pois naquele momento encontrei aquela que seria a nova professora maluquinha!

Seu nome, Mariéle; tia, "profe", e um pouco mãe.

Não há como não se encantar com seu jeitinho todo especial de dar aulas, de cuidar de seus aluninhos.

Ela é uma pouco fada, sabe como encantar a todos. Sua magia contagia. Seu jeito de ser cativa a todos; principalmente a seus alunos.

Ela entrou na escola este ano, porém, sua fama já se espalhou por todo o colégio.

Nós temos o maior orgulho de ter ela em nossa escola! Ela sabe fazer a diferença, inventa coisas que até Deus duvida, é um pouco maluquinha sim!

Tenho certeza que ela faz a diferença não só em sala de aula, mas também na vida de seus aluninhos.

É uma pessoa iluminada, que nunca deve mudar seu jeitinho maluquinho de ser! É maravilhoso entrar na aula dela, você parece estar no paraíso.

A tia Mariéle é um exemplo que tod@s nós alunos do Curso Normal devemos seguir!

Enfim, achamos a nossa professora maluquinha! E se me perguntarem seu nome, direi: é a "tia Mariéle, ou melhor, é a "tia Mari!"
Suany Nandara - Turma 31 A